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quinta-feira, 23 de julho de 2015

Uma Verdade Oculta?

Para começar com o pé direito, vamos explicar a origem do nome deste blog.


Não deixe de ler a seção: "Quem Somos!" (no link:"Sobre").

Com o blog pretendemos introduzir um assunto que não é novo, mas, relativamente desconhecido para grande parcela da população mundial, principalmente no Brasil. Queremos trazer à tona a teoria que diz que os antigos hebreus e o próprio Cristo eram de  uma linhagem mais africana do que ariana. 

E se essa teoria for realmente verdade (no sentido bíblico), tornar-se-ia uma questão de honra trazê-la à tona, caso se pretenda moralizar o mundo religioso, a muito caracterizado como hipócrita, ambíguo e até mesmo racista (já que empurraram em nossa goela abaixo a teoria de que os africanos são negros porque estariam submetidos à maldição lançada por Noé ao filho de Cam, Canaã, similar ao que acontecera com Caim). 
Surge uma brilhante arma contra o racismo.
                                  
De fato, o tema é bastante controverso, como também de certa forma muito lógico. A questão é que, se isso foi escondido por motivos estranhos ou sórdidos, está passando da hora de debatermos e reaver a verdade.

Pois não existe nada escondido, que não venha a ser revelado ou oculto, que não venha a ser conhecido. Lucas 12:2.

Essa "hipotética" teoria testificaria, com base em versões de alguns estudiosos das escrituras e de alguns cientistas, que os verdadeiros "Hebreus" (ancestrais dos "Israelitas" modernos) não seriam aqueles brancos caucasianos, que hoje habitam o atual Estado de Israel. Na verdade, esse povo – em sua gênese – não era como a eugenia europeia ariana acostumou-se à retratar. Na verdade, esse povo teria características  mais africanas do que qualquer outra, conforme pretendemos demonstrar em algumas publicações deste blog. Friso ainda que, a minha opinião particular pode mudar com o tempo, mas no momento penso da seguinte forma:

Cabalisticamente falando, judeus não são uma raça ou nacionalidade, na verdade. Os primeiros judeus teriam sido uma “multidão mista”, de vários povos de países diferentes, presentes na antiga Babilônia (5% mais precisamente). E os outros 95% destes residentes da antiga Babilônia? Não sei, só sei que eles teriam se dispersado em todo o mundo. Com a destruição do Primeiro e Segundo Templos, mais o exílio desses 5%, o que ocorreu? O que concluímos? Que todos se misturaram entre as nações do mundo (e isso tinha de ocorrer exatamente assim). Lembremos que judeu é um termo muito antigo descrito na cabala, sendo portanto, muito anterior a todas as religiões. Na cabala então, a palavra judeu faz referência a alguém que passa do nosso mundo concreto para o mundo superior (enfatizemos que cabala - a autêntica - não é religião, nem misticismo. Ela é ciência pura). Então, a palavra “judeu – Yehudi”, em hebraico, viria de “Yihud – unidade”. Seria uma pessoa que aspira à unidade. Israel (Yashar El alguém que é dirigido ao Criador ("direto ao Criador"). A cabala cita portanto, que judeu seria todo aquele que se une acima de todas as diferenças e do ódio, em busca de conexão com o criador (harmonia com a natureza). Logicamente, que há mais nuances nesta história que optei por não citar para não complicar. Aliás, eu ainda estou estudando o tema e não sou uma especialista. Por fim, existe uma cabala esotérica, mas eu prefiro a autêntica. Deixo ao querido leitor a missão de tirar sua própria conclusão.


Em algum ponto, talvez você retruque: "Por que saber a cor da pele daqueles hebreus é importante? Tanto faz a cor de Jesus!"

Ok! Mas, para os religiosos, se Jesus era afro, torna-se necessária uma reparação histórica do racismo, que afeta toda classe de pessoas, em pleno século XXI. Eu concordo que Deus não faz acepção de pessoas, mas existem religiões cuja doutrinas pregam que a marca de Caim é a pele cor negra, portanto, é melhor questionar essa falácia funesta, no meu ponto de vista.  

Cabalisticamente falando, isso sequer seria um problema porque, cada texto sagrado tem um significado oculto, muito longe do que as pessoas costumam imaginar. 

Te convido, em face a tudo que foi dito, à conhecer essa teoria do "Jesus Cristo africano". Vamos conhecer também personagens importantes do ativismo afro em geral. Por fim, esse blog não é religioso e pode ter seu nome mudado no futuro.  

Você vem comigo realizar essa empolgante jornada?

Tentaremos utilizar explicações lógicas, embasadas e realistas.

Estarei aberta à ouvir os argumentos contrários às hipóteses aqui aduzidas, porque isso enriquece o debate e nos proporciona melhor aprendizado. 

Considero-me um protótipo de alguém com mente aberta, universalista, transversal, livre, inconstante ou mesmo ecumênica. 

Vale a pena sempre conhecer antes de julgar, respeitar antes de combater e eu sei que erros e críticas serão inevitáveis. 

Sou um espírito em eterna evolução. 

Finalizo com uma saudação: afro amor e axé! 

Que a verdade seja revelada, as diferenças se dissolvam e a humanidade alcance o amor ao próximo.

                                         E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. João 8:32.

Que nossa missão futura seja não combater atrasos como o racismo e sim reverter o ego humano que cresce sem correção e produz toda sorte de sofrimento. Que possamos alcançar similaridade de forma com o criador (harmonia com a natureza).


Adriana Souto.



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