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sábado, 13 de fevereiro de 2016

Os Segredos do Êxodo: “Abraão foi, na realidade, Akenaton!


Uma teoria recente declara que, dois fatos bíblicos estão sendo ensinados de forma equivocada. Temos então que, primeiro Abraão, pai de três grandes religiões monoteístas (Cristianismo, judaísmo e islamismo), era, na verdade, o faraó egípcio Akenaton. E segundo, Moisés não era israelita da tribo de Levi, e sim, um general egípcio, seguidor da religião de Abraão.


Essa tese é sustentada por dois estudiosos franceses, que também são judeus, chamados Roger e Messod Sabbah, autores do livro: “Os secretos do Êxodo”.


Por mais de 20 anos, estes irmãos judeus fizeram a seguinte pergunta: “como é possível que Abraão e Moisés, em particular, ou mesmo o povo hebreu, em geral, não tivessem deixado nenhum rastro de sua passagem pelo Egito antigo?”. E a resposta que encontraram, depois de mais de duas décadas de estudos exaustivos, nas áreas de fisiologia, linguística e arqueologia, foi essa que citamos, mas, como chegaram a isso?


Primeiro os irmãos Sabbah compararam os textos da bíblia hebraica com a aramaica, a partir da exegese de Rachi (1040-1105), autor de um comentário do Antigo Testamento. Depois, realizaram escavações no Egito e estudaram a fundo as pinturas e murais que ornam as tumbas do Valle dos Reis, onde descobriram, escondidos entre os hieroglíficos, diversos símbolos da língua hebraica. E assim, pouco a pouco os irmãos foram unindo os pontos, que os conduziu a esta intrigante conclusão de que, os judeus têm origem egípcia.


O ÊXODO

Segundo Roger e Messod, o famoso êxodo bíblico foi na verdade, a expulsão dos habitantes monoteístas de Aket-Aton. Esta era a cidade do faraó Akenaton e de sua mulher Nefertiti, que adoravam a um só Deus, ou seja, eram monoteístas. 
O faraó Akenaton tentou distanciar-se do panteão egípcio, porém no final, isso não foi bem aceito. A religião tradicional acabou sendo gradualmente restaurada, após sua morte. Alguns anos depois, faraós posteriores, da XVIII dinastia, que não tinham direitos claros à sucessão, descreditaram Aquenáton e seus sucessores imediatos, referindo-se a ele como "o inimigo" em registros históricos.


Em suma: o sucessor de Akenaton, o faraó Tutankamon foi sucedido por Aï, que reinou no Egito, de 1331 até 1326 A.C., e que diferiu dos demais, por ser politeísta. E foi exatamente este último faraó que expulsou os habitantes monoteístas da cidade de Aket-Aton.

Os irmãos Sabbah afirmam ainda que, os egípcios (judeus) seguiriam para Canaã, situada a 10 dias de caminhada do vale do Nilo. E esse povo não era chamado de hebreus, e sim, de Yahuds (adoradores do faraó), que iriam, anos depois, a fundar o reino de Yahuda (Judá).

A partir desta descoberta, os irmãos Sabbah analisaram o livro do Gênesis e comprovaram que ele reproduz ponto a ponto a cosmogonia egípcia. Eles notaram que, a história de Abraão segue a cronologia de vida do faraó monoteísta, refletindo sua biografia, com perfeição, isto é, em completa sintonia com a egiptologia.

Além disso, somente essa teoria explicaria, por exemplo, a falta de hieróglifos egípcios, retratando um povo que viveu 430 anos, no Egito, como escravos. Lembrando que, imagens retratando escravos, sob jugo de seus dominadores, são muito comuns em sítios arqueológicos, em civilizações antigas. Portanto, somente essa teoria seria capaz de explicar como um povo que fora expulso pudesse instalar-se em Canaã, até então, administrada pelo Egito, sem que as autoridades do faraó reagissem. Enfim, somente esta teoria explicaria como um povo tão impregnado pela sabedoria do Egito pudesse desaparecer de maneira tão misteriosa, sem deixar rastro ou prova alguma, em tumbas ou templos.

Sigmund Freud chegou, por intuição, à mesma conclusão: se Moisés fosse egípcio, poderia transmitir sua própria religião aos judeus, e neste caso, seria a de Akenaton, a religião de Aton.

Os irmãos franceses sustentam então, que personagens como Abraão, Moisés, Sara, Isaque, Rebeca, e Jacó-Israel ocultam nomes e títulos da realeza egípcia. Arão, o irmão de Moisés, por exemplo, era o faraó Hormed. O próprio Moisés era, na realidade, o general egípcio Mose (Ramesu), que depois se converteu em Ramsés I. E Josué, sucessor de Moisés, em sua missão, seria seu primogênito. De fato, ambos compartilhavam dos mesmos símbolos (a serpente e o bastão...), e o mesmo destino: servir de guias dos judeus, através do deserto.

Mas, para muitos, a Bíblia, além de ser um livro sagrado do judaísmo e do cristianismo, é apenas uma joia da literatura, que mescla historia com lenda, mito com o rito.

Neste ponto, recomendo que você leia a publicação: "(01) Os Egípcios da antiguidade eram negros, e isso pode provar que Jesus Cristo também era", do dia 23 de julho de 2015.


Fonte:

Abraham fue, en realidad, Akenaton.2000. Publicação eletrônica. Disponível em: http://www.elmundo.es/cronica/2000/CR271/CR271-15a.html. Acesso em 13 fev. 2016.


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