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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Islã racista e a favor da escravidão?


Antes de abordar a temática proposta, precisamos saber o que é Islã. 

Islamismo ou islão/islã é uma religião abraâmica monoteísta articulada pelo Alcorão, um texto considerado pelos seus seguidores como a palavra literal de Deus (Alá), e pelos ensinamentos e exemplos normativos (a chamada suna, parte do hadith) de Maomé, considerado pelos fiéis como o último profeta de Deus. Um adepto do islamismo é chamado de muçulmano. 

Dito isso, abordamos o assunto, cujo título vem de um artigo de Mona Walter, que enfatiza, o islã está enganando as pessoas dizendo que, ao contrário do Cristianismo, seriam eles uma religião de igualdade para todos os povos. 

Nota: se você está lendo estas palavras, deve saber a opinião particular da autora do blog, a respeito de um assunto em particular: religião. Recomendo que vá até as seções (do blog), sob os títulos: “Visão geral”, “Quem Somos” (no link “sobre”), “Uma Verdade Oculta?” (no link “Inicio”), e “Seja Bem-Vindo ao Blog Hebreu Negro!”. E, eu quero dizer que, não sigo religião ou doutrina específica, já fui católica, evangélica, li os livros de Kardec, e gostei (e eu já postei sobre o racismo deste professor francês), tenho curiosidade pelo budismo, tenho um alcorão em casa, ainda não li (quero ler), estudo Cabalá (a autêntica, não a esotérica), já vi algo de judaísmo, e algumas coisas esotéricas, então, eu sou uma mente aberta, que não se prende a nada, e que questiona tudo. E eu tenho respeito para com as crenças, apesar de ter minhas críticas, ressalvas e receios. Quanto ao islã, não posso tecer comentários, pois, eu não critico o que não conheço, mas, posso trazer ao blog, textos de pessoas que falam sobre a temática central de nossa página: Jesus negro, raça negra, mundo e orgulho negro, racismo, etc. E eu não sou redatora, jornalista, escritora, especialista, nada disso, portanto, eu construo textos, a respeito de assuntos, que não domino, com base em poucas fontes, e em alguns casos apenas redigindo cópias grosseiras, ou resumos de pensamentos de outros autores. Diante do exposto, prossigamos: 

“Quando se olha de perto as atitudes de Maomé em relação aos escravos, e ao seu comércio, podemos obter um retrato real das atitudes do islã, com relação à liberdade”. É dito que, Maomé teve muitos escravos e também foi um dos mercadores destes escravos. 

Ibn Qayyim al-Jawziyy escreveram, na biografia de Maomé, que ele (Maomé) possuía duas escravas e 27 escravos. No livro Zad Al-Miad, escrito por um grande historiador islâmico, Jawziya afirma que, o profeta Maomé tinha muitos escravos, tanto homens quanto mulheres, que ele comprava e vendia. E Maomé comprou mais escravos do que vendeu, principalmente depois que se tornou um profeta (Mona Walter). 

Obs.: em uma postagem recente falei do racismo de Alan Kardec, porém, com a consciência de quem sabe que, todo homem é influenciado pela cultura de sua época. Por outro lado, isto nos remete a algo grave: na bíblia encontramos relatos sobre o comércio de escravos, prática comum do povo de Deus, Maomé tinha escravos, Alan Kardec tinha o pensamento impregnado da eugenia ariana, da época, que dizia que os escravos (negros) eram inferiores, mas, tais relatos nos mostram uma única coisa: ou os homens de Deus não eram homens de Deus de verdade, ou as escrituras sagradas não são divinas. 

Vejamos: a Torah não contém protesto algum explícito contra a escravidão. Pelo contrário, em Êxodo, há partes chamadas “Lei acerca dos Servos” e “Leis acerca da Violência”, nas quais consta como tratar os escravos. Fonte: (http://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/11408/11408_3.PDF). 

Eu penso que, no caso da bíblia, conforme nos mostra a Cabalá, o significado real das histórias não está na superfície. 

Veja o caso da Pêssach, que fala de escravidão, exílio e liberdade para os Israelitas, que saíram da terra do Egito. No texto de Billy Phillips, do site -  estudantesdekabbalah.com - encontramos que, “Egito é uma palavra código para o ego humano. É uma metáfora para a incessante natureza humana de reatividade e autossatisfação. Qualquer aspecto de nossa natureza que nos controla é Egito. Portanto pare de culpar os antigos Egípcios, Árabes ou Mulçumanos hoje em dia pelos nossos problemas. Ninguém ou nenhuma outra pessoa é o nosso problema ou o nosso mestre malvado. É o nosso ego, simples e puramente, que a Bíblia está se referindo quando fala do Egito”. 

Afinal, as sagradas escrituras contam parábolas apenas ou é seria a história de um povo que existiu realmente? Se sim, este povo “santo” escravizou pessoas, e os profetas “santos” praticavam a cultura de sua época, entre elas, a maldita escravidão. E assim é que Maomé tinha essa prática como normal, Alan Kardec achava que os escravos eram seres inferiores, etc. 

Voltando ao texto de Mona Walter, Maomé tinha muitos escravos. Mesmo hoje, o ISIS e o Boko Haram pegam mulheres e as vendem – por quê? Pelo direito que os muçulmanos têm de manter intercurso sexual, como está indicado no Alcorão 23: 1-6 e 4:24, que dá aos muçulmanos direitos sexuais sobre suas esposas e sobre aquelas “que a mão direita possuir. 

E aqui chegamos ao ponto central desta postagem: Maomé e o Islã também faziam uma grande diferença, em relação as pessoas de diferentes partes do mundo. Maomé tinha atitudes racistas com relação aos negros da África. 

“Nas páginas 115 e 116 do Al Gawzyyia, nós lemos como Maomé tratava seu escravo negro Zayd ibn Haritha. Ele o forçava a carregar os pertences de um amigo enquanto eles ficavam no deserto sob os raios quentes do sol. Maomé o apelidava seu navio. Ele dizia que os negros eram escravos de nariz chato em Sahih Muslim Vol 9, páginas 46 e 47”. 

Maomé chamou as pessoas negras de “cabeça de uva passa” em Bukhari vol. 1 Nº 662 e Vol 9, Nº 256. Em Sahih Muslim, Livro 10, Número 3901, nós podemos ler como Maomé comprou uma escrava branca, e pela qual ele pagou com dois escravos negros. Isto significava que os negros eram menos valiosos do que os brancos para Maomé. Hoje os muçulmanos que falam Árabe chamam as pessoas negras de Abd, que em árabe significa “escravo”. 

A autora da dissertação: “Islã racista e a favor da escravidão?”, finaliza sua crítica questionando: Com este conhecimento de Maomé e da visão do islã, em relação aos negros, como podemos entender que uma pessoa negra continue a ser um muçulmano ou se convertendo ao islã. 

Sabemos que as grandes religiões, judaísmo, islamismo, cristianismo, tiveram em seus textos sagrados, a prática de escravizar pessoas, como ato normal, algo que para mim é contraditório, em relação ao amor do criador. E vimos também, que a Cabalá entende as sagradas escrituras (Torá), como um livro que trata de algo mais profundo, oculto para a maioria das pessoas. Logo, não faz sentido tomar o texto bíblico como algo literal, embora, ele possa citar pessoas que existiram de verdade, fato é que, estes textos sagrados fazem referência à algo que não está na superfície do texto. Independente disso, eu particularmente entendo que, não se deve fazer como o islã, ou o espiritismo, que, pelo que me parece, negam-se à admitir os seus erros cometidos outrora. 

Aos amantes de Kardec, sugiro que leiam a nossa postagem: “Alan Kardec era racista”, do dia 27 de outubro de 2015. 

E saibam isto: eu respeito as religiões, o que não me impede de ler e postar críticas às mesmas. E se em nosso blog há algum texto tendencioso, isso fica a seu critério reconhecer, e desconsiderar, você deve consultar as fontes citadas, e buscar outras que refutem os argumentos aqui apresentados, porque a conclusão final, pertence somente à você, e eu não detenho a verdade, ainda mais se for absoluta, sou apenas uma curiosa, que apesar de postar algumas coisas, não se atém a todas elas. Embora eu cite muitos assuntos, nem todos me convencem, mas, gosto de argumentos, contra e a favor de ideias que me interessam. 

Texto de Mona Walter. 

Sobre a autora: Mona Walter é uma ex-muçulmana, nascida na Somália, que se converteu ao Cristianismo, após ler o Alcorão e descobrir a verdade sobre o Islã. Vive na Suécia há cerca de 20 anos, um país que a acolheu como refugiada. Ela luta para conscientizar as pessoas sobre a situação das mulheres nas comunidades muçulmanas deste país e vive sob ameaças de morte. 

Tradução khadija kafir (07-07-2015). Disponível em:

http://www.exmuculmanos.com/islam-racista-e-a-favor-da-escravidao-odio-disfarcado-de-crenca/.https://www.youtube.com/watch?v=8mYSmCKUx74

Texto original em: 

Acesso em 17 nov. 2015.
Críticas a parte, deixo um vídeo que conta a história do islamismo:


E quem quiser ver uma resposta muito bem expressa, isto é, um argumento bem construído, veja o vídeo abaixo, com a resposta de um líder muçulmano à uma jovem cristã católica, que me deixou admirada, pessoas inteligentes são assim, abrem a boca com maestria:

                                                                 
                                


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