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sábado, 24 de outubro de 2015

Os primeiros povos das américas eram negros, provenientes de chineses negros.


A muito se sabe, que a história, arqueologia, paleontologia, e outras "ias" da academia, frequentemente se deparam com achados arqueológicos inexplicáveis, descobertas desenterradas, que não se encaixam com as teorias vigentes, que tentam explicar a história humana sobre a terra.

Antes de prosseguir, quero ressaltar que, longe de querer explicar aquilo que não domino, e sem tempo para uma pesquisa adequada, me atrevo somente, a citar, sem muitos detalhes, esta e outras informações, que possam ser úteis no sentido de mostrar ao leitor, verdades escondidas, e que devem vir à tona, quando se pretende reparar as injustiças cometidas contra as pessoas negras, e quando se pretende obter um mundo mais honesto.
Vamos falar das Américas, que tem uma história muito mais antiga, e muito mais complexa do que se pensava.
Até pouco tempo eu achava que os habitantes originais das Américas eram os índios, e que estes, supostamente, vieram a estas terras através do estreito de Bering, mas, não é bem assim.
Novas evidências de civilizações são encontradas, em sítios datados em 50.000 a.C, ou mais. Sítios como a Pedra Furada - Brasil, Monte Verde - Chile, e Fells caverna em Tierra del Fuego - Chile, nos permite pintar um quadro novo e mais completo, do início da história, do Hemisfério Ocidental.
Eu, particularmente penso que, no período da Pangeia havia uma só humanidade (hoje denominada africana) ocupando o único continente existente, mas, houve mudanças, progressivas, mas, que sofreria mudanças, culminando no que temos hoje (cinco continentes).

Designa-se por Pangeia o continente que existiu há 200 ou 540 milhões de anos, durante a era Paleozoica, segundo relatam os especialistas. A palavra origina-se do fato de, todos os continentes estarem juntos (pan do grego = todo, inteiro) e exprime a noção de totalidade, universalidade, formando um único bloco de terra (gea) ou Geia, Gaia (mitologia) ou Ge como a Titã grega que personificava a terra com todos os seus elementos. 

Passaram-se milhões de anos até que, a Pangeia se fragmentou, dando origem a dois megacontinentes, Gondwana e Laurásia. Esta separação ocorreu lentamente, deslocando-se sobre um subsolo oceânico de basalto. 

A parte correspondente à América do Sul, África, Austrália e Índia, denomina-se Gondwana (região da Índia). O resto do continente, onde estava a América do Norte, Europa, Ásia e o Ártico denomina-se Laurásia. A Pangeia era cercada por um único oceano, Pantalassa

A Pangeia é importante, pois, pode explicar algumas coisas, como a presença de achados arqueológicos, de civilizações africanas, no continente americano, anteriores à chegada dos índios; mas, outras teorias podem ser dadas, para explicar, por exemplo, a existência dos Olmecas nas Américas.  

Mas, quem foram estes tais Olmecas?
 

Olmeca é a designação do povo e da civilização que existiram originalmente, nas américas (antiga cultura pré-colombiana, da Mesoamérica), e que se desenvolveram nas regiões tropicais do centro-sul do atual México, durante o período pré-clássico, próximo de onde hoje estão localizados os estados mexicanos de Veracruz e Tabasco, no Istmo de Tehuantepec, numa zona designada: área nuclear olmeca. A cultura olmeca floresceu nesta região aproximadamente entre 1500 e 400 a.C., e crê-se que tenha sido a civilização-mãe de todas as civilizações mesoamericanas, que se desenvolveram posteriormente. No entanto, é desconhecida a sua origem étnica exata, ainda que existam numerosas hipóteses, para tentar explicar sua origem.

Uma, das muitas explicações, para a existência do povo Olmeca, nas Américas, segundo Walter Passos, vem do estudioso Mali Gaossou Diawara, natural do Mali. Diawara explica que, os africanos “descobriram” a América, quase dois séculos antes do judeu Cristóvão Colombo. E, segundo ele, "o silêncio dos griots, os maiores historiadores da história oral africana, tem-se quebrado, paulatinamente, no intuito de divulgar a história de Abubukari II e sua saga pelo Oceano Atlântico". Veja detalhes desta história no blog Baya, em:

Ainda utilizando como base o blog Baya, é dito que, Van Sertima descreveu, de acordo com os próprios escritos de Colombo que, as pessoas que viviam na ilha de Hispaniola (mais tarde, Haiti e República Dominicana) eram negras: 

"as pessoas de pele negra tinham vindo do comércio sul e sudeste, [e tinham?] lanças [com pontas em ouro]. Colombo enviou amostras destas lanças de volta à Espanha, para serem testadas, e foram consideradas idênticas (o ouro destas lanças), em suas proporções, às ligas de ouro, prata e cobre, [forjadas] na Guiné. Fernando, filho de Colombo, disse que seu pai havia lhe dito que, tinha visto pessoas negras, no norte, onde hoje é Honduras.”
   
Van Sertima, em seu trabalho mais famoso: They Came Before Columbus, dividiu a presença africana nas Américas, em distintos períodos históricos, a saber: 

Primeiro, entre 1200 e 800 a.C, quando os núbios e os egípcios chegaram ao Golfo do México, e trouxeram a escrita e a construção de pirâmides. 

Segundo, em 1310 d.C, quando a civilização mandinga se estabeleceu no México, Panamá, Equador, Colômbia, Peru e diversas ilhas do Caribe.
 
A imagem abaixo foi retirada do blog Baya, e é emblemática, totalmente convincentemente e explicativa por si só:
Em outro texto do Baya, intitulado: "o preto na América antes da invasão europeia", vemos achados de uma missão arqueológica franco-brasileira, que encontrou um dos fósseis mais antigos da América, datado de 11.500 à 12 mil anos, em escavações na Lapa Vermelha, uma gruta na região metropolitana de Belo Horizonte - Minas Gerais. E, refere-se ao crânio de uma mulher com idade entre 20 e 25 anos.
(Ver em:http://cnncba.blogspot.com.br/2009/06/o-preto-na-america-antes-da-invasao.html),

O nome dado ao fóssil brasileiro foi Luzia. Os traços lembram os atuais aborígenes, da Austrália, bem como  os pretos africanos - nariz largo e bochechas e queixos salientes.

Para um estudo mais aprofundado do povoamento das Américas, acesse:
http://www.realhistoryww.com/world_history/ancient/Misc/Americas/Americas_menu_new.htm

Aqueles que desejarem uma melhor compreensão da jornada humana na terra, com especificidades das antigas migrações do Leste Africano, visitem o National Geographic - Genographic Project - Atlas da jornada humana. Embora, como era de esperar, quando se trata do tema colonização europeia, há informações erradas, isto é, claramente racistas. Tão previsível, né? 

Voltando ao tema central, Olmeca, em Nahuatl (a língua dos Astecas), a palavra quer dizer: "Habitantes do País da Borracha". Isso se deve ao fato de que, naquela região havia muitas seringueiras, árvores de onde se extrai o látex utilizado na fabricação da borracha (Walter Passos).

A palavra "olmeca" também se refere às bolas de borracha, utilizadas no antigo jogo de bola, de criação olmeca. E, os olmecas se chamavam de Xi, o mesmo nome que eles usavam quando estavam na China. Eles muitas vezes representavam a si próprios com cabeças gigantes, algumas das quais foram deformadas, e cujo significado é desconhecido. 

Ver imagens gigantes dos Olmecas em:
A primeira cabeça colossal foi encontrada por um fazendeiro mexicano, em 1850, e foi revelada  ao mundo em 1869. Mas, somente em 1942, é que veio à público, de fato, que a civilização olmeca foi a "cultura-mãe" da Mesoamérica (México e América Central). Dezessete cabeças (c. 1400-1000 aC) foram descobertos até agora, em quatro locais dentro de uma faixa de 90 milhas, medindo de pouco menos de cinco pés para pouco mais de 11 pés de altura e pesando (estima-se), tanto quanto 50 toneladas .
Ver as imensas imagens em:
Quando artefatos da civilização olmeca foram descobertos, pela primeira vez (em 1863), os cientistas não sabiam o que fazer com eles. As perguntas eram, de onde eles vieram, e como eles chegaram aqui? O primeiro pensamento foi que, os olmecas eram africanos ocidentais, que tinham desenvolvido barcos... Mas agora há evidências de que, os olmecas eram provenientes da dinastia Xia da China, que provavelmente tinha vindo parar nas Américas, através do estreito de Bering.
Evidências ao sul, e ao longo da costa norte-americana ocidental, podem ser vistas, como  as máscaras dos índios Tsimshian, da costa oeste do Canadá, e em relatos escritos dos índios da Califórnia, nos Estados Unidos. Há também, grande semelhança entre o sacrifício humano Xia na China, e sacrifício humano olmeca, nas Américas, bem como seu apreço pelo trabalho em jade. A última e mais recente evidência:  a comparação entre Shang (escrita Chinesa) e a escrita olmeca, na América, mostra forte similaridade entre elas. Claro, não vamos nem mencionar que, eles ainda chamavam a si próprios de Xi ou Xia.

Os olmecas eram uma cultura altamente avançada. Eles tinham escrita, matemática e um sistema de calendário. Sua religião era o Xamanismo - a suposta capacidade de assumir os poderes de animais.

Segundo Walter Passos, Clyde Winters relata que, os Olmecas eram africanos Mandinka da África Ocidental, que utilizaram a forma de escrita Mende, para escrever e falar a língua Mende, a mesma língua falada por Cinque no filme Amistad.v Clyde Winters, os Olmecas foram africanos Mandinka da África Ocidental que utilizaram a forma de escrita Mende para escrever e falar a língua Mende, a mesma língua falada por Cinque no filme Amistad.

Eu, particularmente, penso que, existiram várias populações negras, nas Américas.

Segundo o historiador, Walter Passos, a escrita Mende foi encontrada em monumentos no Monte Alban, no México, posteriormente descobriu-se que, a língua ali falada outrora é a mesma falada pelo povo Mende, da África Ocidental. E, não somente o fenótipo dos pretos africanos comprovam a origem dos olmecas, mas, também, muitos dos seus rituais religiosos, como a utilização de machados como adereço, e a respeitabilidade pela força da natureza, representada pelo trovão, e a utilização de sacerdotes-rei, assim como o respeito às crianças. Após escavações na região costeira de Vera Cruz foram encontradas muitas casas em três locais: La Venta, Tres Zapotes, e San Lorenzo; os quais mostram especialmente em La Venta os antecedentes das futuras civilizações da Mesoamericanas, com templos construídos em torno de praças, em padrão regular, e toda a área de cerimonial de um longo eixo central em direção norte-sul. O fator interessante é que esta ordenação é parecida e contemporânea das civilizações do Vale do Indo, como o caso das ruas de Monhejo-Daro e Harappa.

Os olmecas, como outras civilizações americanas, construíram templos e pirâmides parecidas com as construídas pelos antigos egípcios (povo negro).

Em 1982, o Professor Alexander von Wuthenau comparou cabeças Olmecas com a do Rei Taharka, um Nubio-Kushita, Faraó do Egito antigo, e qual você acha que foi o resultado?

Recomendo que visite o youtube e descubra alguns vídeos sobre o assunto:
 
E visite também, as fontes citadas abaixo:

Fontes:

The Olmec and the Americas. Disponível em:
  
Walter Passos. Olmecas- a civilização preta americana. Disponível em:
  
Walter Passos. O preto na américa, antes da invasão  europeia. Disponível em:
  
Walter Passos. A saga do rei Abubakari II – Africanos na América antes de Colombo. Disponível em:
 http://cnncba.blogspot.com.br/search/label/Civiliza%C3%A7%C3%B5es%20Africanas. Acesso em 25 out. 2015.

Wikipédia. Olmecas.Disponível em: ttps://pt.wikipedia.org/wiki/Olmecas.Acesso em 25 out. 2015.
  
 Wikipédia. Pangeia.Disponível em:
 https://pt.wikipedia.org/wiki/Pangeia.Acesso em 25 out. 2015. 

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