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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Jesus Branco é um falso produto da América.

Black Jesus
Artista: Ivan de Oliveira.
 
De que cor era Jesus? A maioria dos americanos (cristãos negros ou brancos), de imediato, consideraria essa questão como irrelevante e irrespondível porque, os Evangelhos não nos dão uma descrição física. A ironia é que, a maioria destes mesmos americanos frequentam igrejas com imagens de um Jesus de olhos claros, de cabelos compridos e lisos, barba branca, tudo retratado em vitrais ou pintados em paredes, e, quando voltam para casa, encontram as mesmas representações emolduradas em sua sala de estar ou ilustrando suas Bíblias (Se não é relevante, por que tantos retratos de Jesus branco ao redor?).
A verdade é que as versões do "Cristo Branco" só aparecem na arte europeia, no século quarto da era cristã, ainda assim, estas imagens coexistiram com outras representações não-brancas, sendo que, as imagens negras sempre foram dominantes, ao longo da história europeia. Veja o caso da popularidade do culto à Madona Negra (e Cristo Negro), em toda a Europa, que é inconteste. Já o Cristo Branco, e sua popularidade são fenômenos americanos recentes
Veja que, como uma nação predominantemente protestante, a América rejeitou a imagem de Cristo, que caracteriza o catolicismo europeu.
O Cristo branco surge em meados do século 19, em resposta à expansão americana, fragmentada durante a guerra civil e posterior reconstrução dos EUA. Na ocasião, a "Brancura do Cristo" tomou um novo significado, ao ser usada como o símbolo de uma santificadora nova unidade e poder nacional. Como Blum e Harvey observaram:
" Com um Jesus branco, os americanos poderiam sentir a brancura sagrada estendida, para trás no tempo, milhares de anos, e para frente no espaço sagrado, para o céu e para a segunda vinda ... O Jesus branco prometeu um passado branco, um presente branco, e um futuro de glória branco ".
Como a América subiu ao status de superpotência no século 20, acabou por tornar-se o maior produtor mundial, e exportador mundial de imagens de um Jesus Branco, que se deu através do cinema, da arte, das empresas americanas, e das missões cristãs. E assim foi definida a visão do mundo, quanto ao Filho de Deus. Vemos que, esse mundialmente reconhecido Jesus branco é um produto totalmente americano.
Repare na Imagem icônica da Warner Sallman de Jesus (1941):
Face of Jesus Christ, Head of Christ
Artist: Warner Sallman
 Esta imagem tornou-se a peça mais amplamente reproduzida, de obras de arte, na história do mundo, alcançando o patamar de representação da face de Jesus mais reconhecível em todo o mundo. Só na década de 1990, essa imagem foi impressa mais de 500 milhões de vezes, alcançando o status de ícone global. Com pele lisa branca, cabelo longo, ondulado e alourado-marrom, além de uma longa barba e olhos azuis, este Cristo Nórdico propositalmente ou inscientemente visou disfarçar, ou mesmo apagar qualquer indício de um Jesus semita, de origem oriental, afastando-se das representações europeias mais antigas (que eram uma Madona preta [Maria negra] e Jesus preto).
Temos então, que, o amado Jesus Branco do mundo de hoje foi criado na América.
 
Wesley Muhammad.
Título: Color struck: America's White Jesus is a global export and false product.
Paráfrases de Adriana Souto, tradução imperfeita, mas, sem receio de ter desvirtuado o texto original, e sem medo de despertar ódio aos brancos, porque este não é o objetivo...



4 comentários:

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    Carta de Publius Lentulus Cornelius
    Enviado em 24 de dezembro de 2013 | Publicado por Rádio Boa Nova

    Foi encontrada uma carta do senador Publius Lentulus Cornelius nos arquivos do Duque de Cesadini na cidade de Roma, enviada pelo senador em Jerusalém na época de Jesus, que havia sido endereçada ao imperador romano Tibério César.

    Nela, há uma descrição física e moral de Jesus feita pelo senador. A carta é a seguinte:

    “Sabendo que desejas conhecer quanto vou narrar, existindo nos nossos tempos um homem, o qual vive atualmente de grandes virtudes, chamado Jesus, que pelo povo é inculcado o profeta da verdade, e os seus discípulos dizem que é filho de Deus, criador do céu e da terra e de todas as coisas que nela se acham e que nela tenham estado; em verdade, ó César, cada dia se ouvem coisas maravilhosas desse Jesus: ressuscita os mortos, cura os enfermos, em uma só palavra: é um homem de justa estatura e é muito belo no aspecto, e há tanta majestade no rosto, que aqueles que o veem são forçados a amá-lo ou temê-lo. Tem os cabelos da cor amêndoa bem madura, são distendidos até as orelhas, e das orelhas até as espáduas, são da cor da terra, porém mais reluzentes.

    Tem no meio de sua fronte uma linha separando os cabelos, na forma em uso nos nazarenos, o seu rosto é cheio, o aspecto é muito sereno, nenhuma ruga ou mancha se vê em sua face, de uma cor moderada; o nariz e a boca são irrepreensíveis.

    A barba é espessa, mas semelhante aos cabelos, não muito longa, mas separada pelo meio, seu olhar é muito afetuoso e grave; tem os olhos expressivos e claros, o que surpreende é que resplandecem no seu rosto como os raios do sol, porém ninguém pode olhar fixo o seu semblante, porque quando resplende, apavora, e quando ameniza, faz chorar; faz-se amar e é alegre com gravidade.

    Diz-se que nunca ninguém o viu rir, mas, antes, chorar. Tem os braços e as mãos muito belos; na palestra, contenta muito, mas o faz raramente e, quando dele se aproxima, verifica-se que é muito modesto na presença e na pessoa. É o mais belo homem que se possa imaginar, muito semelhante à sua mãe, a qual é de uma rara beleza, não se tendo, jamais, visto por estas partes uma mulher tão bela, porém, se a majestade tua, ó César, deseja vê-lo, como no aviso passado escreveste, dá-me ordens, que não faltarei de mandá-lo o mais depressa possível.

    De letras, faz-se admirar de toda a cidade de Jerusalém; ele sabe todas as ciências e nunca estudou nada. Ele caminha descalço e sem coisa alguma na cabeça. Muitos se riem, vendo-o assim, porém em sua presença, falando com ele, tremem e admiram.

    Dizem que um tal homem nunca fora ouvido por estas partes. Em verdade, segundo me dizem os hebreus, não se ouviram, jamais, tais conselhos, de grande doutrina, como ensina este Jesus; muitos judeus o têm como Divino e muitos me querelam, afirmando que é contra a lei de Tua Majestade; eu sou grandemente molestado por estes malignos hebreus.

    Diz-se que este Jesus nunca fez mal a quem quer que seja, mas, ao contrário, aqueles que o conhecem e com ele têm praticado, afirmam ter dele recebido grandes benefícios e saúde, porém à tua obediência estou prontíssimo, aquilo que Tua Majestade ordenar será cumprido.

    Para a Doutrina Espírita há o relato constante do livro “Há Dois Mil Anos” escrito através da psicografia de Francisco Cândido Xavier pelo autor espiritual Emmanuel.

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    Enviado em 24 de dezembro de 2013 | Publicado por Rádio Boa Nova

    Foi encontrada uma carta do senador Publius Lentulus Cornelius nos arquivos do Duque de Cesadini na cidade de Roma, enviada pelo senador em Jerusalém na época de Jesus, que havia sido endereçada ao imperador romano Tibério César.

    Nela, há uma descrição física e moral de Jesus feita pelo senador. A carta é a seguinte:

    “Sabendo que desejas conhecer quanto vou narrar, existindo nos nossos tempos um homem, o qual vive atualmente de grandes virtudes, chamado Jesus, que pelo povo é inculcado o profeta da verdade, e os seus discípulos dizem que é filho de Deus, criador do céu e da terra e de todas as coisas que nela se acham e que nela tenham estado; em verdade, ó César, cada dia se ouvem coisas maravilhosas desse Jesus: ressuscita os mortos, cura os enfermos, em uma só palavra: é um homem de justa estatura e é muito belo no aspecto, e há tanta majestade no rosto, que aqueles que o veem são forçados a amá-lo ou temê-lo. Tem os cabelos da cor amêndoa bem madura, são distendidos até as orelhas, e das orelhas até as espáduas, são da cor da terra, porém mais reluzentes.

    Tem no meio de sua fronte uma linha separando os cabelos, na forma em uso nos nazarenos, o seu rosto é cheio, o aspecto é muito sereno, nenhuma ruga ou mancha se vê em sua face, de uma cor moderada; o nariz e a boca são irrepreensíveis.

    A barba é espessa, mas semelhante aos cabelos, não muito longa, mas separada pelo meio, seu olhar é muito afetuoso e grave; tem os olhos expressivos e claros, o que surpreende é que resplandecem no seu rosto como os raios do sol, porém ninguém pode olhar fixo o seu semblante, porque quando resplende, apavora, e quando ameniza, faz chorar; faz-se amar e é alegre com gravidade.

    Diz-se que nunca ninguém o viu rir, mas, antes, chorar. Tem os braços e as mãos muito belos; na palestra, contenta muito, mas o faz raramente e, quando dele se aproxima, verifica-se que é muito modesto na presença e na pessoa. É o mais belo homem que se possa imaginar, muito semelhante à sua mãe, a qual é de uma rara beleza, não se tendo, jamais, visto por estas partes uma mulher tão bela, porém, se a majestade tua, ó César, deseja vê-lo, como no aviso passado escreveste, dá-me ordens, que não faltarei de mandá-lo o mais depressa possível.

    De letras, faz-se admirar de toda a cidade de Jerusalém; ele sabe todas as ciências e nunca estudou nada. Ele caminha descalço e sem coisa alguma na cabeça. Muitos se riem, vendo-o assim, porém em sua presença, falando com ele, tremem e admiram.

    Dizem que um tal homem nunca fora ouvido por estas partes. Em verdade, segundo me dizem os hebreus, não se ouviram, jamais, tais conselhos, de grande doutrina, como ensina este Jesus; muitos judeus o têm como Divino e muitos me querelam, afirmando que é contra a lei de Tua Majestade; eu sou grandemente molestado por estes malignos hebreus.

    Diz-se que este Jesus nunca fez mal a quem quer que seja, mas, ao contrário, aqueles que o conhecem e com ele têm praticado, afirmam ter dele recebido grandes benefícios e saúde, porém à tua obediência estou prontíssimo, aquilo que Tua Majestade ordenar será cumprido.

    Para a Doutrina Espírita há o relato constante do livro “Há Dois Mil Anos” escrito através da psicografia de Francisco Cândido Xavier pelo autor espiritual Emmanuel.

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