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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Jesus era baixinho, com rosto marcado pelo tempo...

Em 2002, cientistas forenses britânicos, e alguns arqueólogos israelenses reconstruíram o que acreditam ser a imagem mais precisa de Jesus, baseada em dados obtidos a partir de uma abordagem multidisciplinar. Eles utilizaram técnicas de reprodução em 3D, e apresentaram a imagem a seguir:


O que você acha? Esta imagem seria a mais fidedigna?

Em relação ao Jesus loiro, que a América reproduziu e introduziu no mundo todo, não há dúvidas, a própria ciência, como já vimos, prova que o Cristo não poderia ter sido branco do tipo escandinavo.

Entretanto, tenho minhas ressalvas (opinião particular). Em verdade,  eu acho Cristo, de fato, foi negro africano. Antes de prosseguir porém, façamos uma breve exposição de como a pesquisa dos ingleses e israelenses chegou à conclusão apresentada.

Para chegar ao resultado apresentado, os pesquisadores analisaram restos mortais de pessoas que viveram na época de Jesus, colheram dados sobre a aparência de pessoas de sua etnia e focaram suas atividades, nos crânios encontrados na região do Getsêmani.

Na construção da imagem apresentada, além de técnicas de antropologia forense, os cientistas usaram descrições bíblicas, como fonte de informação, para detalhamento da cor e comprimento do cabelo, e da tonalidade dos olhos de Jesus.

Depois disso, a Revista Popular Science Magazine publicou uma reportagem de capa, sobre os resultados obtidos pelos cientistas, descrevendo um Jesus de estatura baixa, cabelos curtos cacheados, um rosto marcado pelo tempo , o que teria feito com que ele parecesse mais velho, olhos escuros e pele também escura. Ele provavelmente, parecia muito mais com um homem semita, do que com a forma comumente retratada pelos ocidentais.

Vemos então, que a imagem real de Jesus é o oposto do estereótipo construído no mundo ocidental, através das representações em pinturas, e caracterização de personagens em filmes e séries hollywoodianos.

Agora, sobre minha opinião, penso que Cristo teve feições do tipo negroide, a despeito das pessoas que querem retratá-lo como árabe puramente.

Veja que, a Bíblia afirma que Jesus nasceu em “Belém, no tempo do rei Herodes”, isso quer dizer que ele nasceu na África; entretanto, dado que Israel é uma terra do oriente médio, tendem a ver Cristo com feição árabe. Mas, note o seguinte: somente em 1859, com a construção do Canal de Suez, que Israel adquiriu uma nova configuração geográfica. Então, antes disso, principalmente na época (2.000 anos atrás) Israel tinha outra configuração, sendo portanto, um país africano, cercado de comunidades negras. Isso já foi objeto de postagem neste blog.

Estas são as gerações de Sem: Sem era da idade de cem anos e gerou a Arfaxade, dois anos depois do dilúvio.
Gênesis 11:1
Estas são as gerações de Sem: Sem era da idade de cem anos e gerou a Arfaxade, dois anos depois do dilúvio.
Gênesis 11:10
Estas são as gerações de Sem: Sem era da idade de cem anos e gerou a Arfaxade, dois anos depois do dilúvio.
Gênesis 11:10
Estas são as gerações de Sem: Sem era da idade de cem anos e gerou a Arfaxade, dois anos depois do dilúvio.
Gênesis 11:10
Estas são as gerações de Sem: Sem era da idade de cem anos e gerou a Arfaxade, dois anos depois do dilúvio.
Gênesis 11:10
Veja um fato que corrobora o que vamos dizer: como Maria e José esconderiam o filho Jesus, entre ouros negros e árabes (na fuga para o Egito, que conforme já vimos, cientificamente foi provado, o Egito antigo era composto de um povo negroide) se ele fosse branco? Seria difícil que um homem loiro de olhos azuis passasse desapercebido entre os egípcios, romanos, árabes e judeus, que têm uma diferença étnica bastante perceptível.

Lembre-se também, da passagem de Apocalipse 1:15, em que o Cristo é retratado “com cabelo lanoso, sendo comparado à lã do cordeiro, e os pés com a cor de bronze queimado”, além de “uma aparência semelhante à pedra de jaspe e de sardônico” (Apocalipse 4:3). Na postagem do dia 26/08/2015, cujo título é:” Daniel, Ezequiel e João, quem eles viram?”, você pode ver imagens e versículos bíblicos que corroboram com a teoria de Jesus, como sendo de etnia africana.

No primeiro século o escritor judeu Josefo (37-100 d.C.) escreveu o mais antigo testemunho não-bíblico, de Jesus, a partir de registros oficiais romanos, aos quais ele teve acesso. Ele passa esta informação em uma obra escrita por volta de 72 d.C. Josefo discutia “a forma humana de Jesus e suas obras maravilhosas.” Infelizmente estes textos passaram por mãos (cristãs? brancas?) que os alteraram, removendo a parte do material que consideravam ofensiva. Felizmente, no entanto, o estudioso bíblico Robert Eisler, em um estudo clássico de 1931, reconstruiu o testemunho de Josefo, baseado em uma antiga tradução para o russo, recém-descoberta, que preservou o texto original grego. De acordo com a reconstrução de Eisler, a mais antiga descrição não-bíblica de Jesus tem a seguinte redação:

“Naquela época, também apareceu um homem de poder mágico … se valer a pena chamá-lo de um homem, [cujo nome é Jesus], a quem [certos] gregos chamam de filho de Deus, mas, os seus discípulos o chamam de “o verdadeiro profeta” … ele era um homem de aparência simples, idade madura, de pele negra, estatura baixa, de três côvados de altura, corcunda, (literalmente “com um rosto comprido”), um nariz comprido , sobrancelhas que se reuniam acima do nariz com escasso [encaracolado] cabelo, mas, com uma linha no meio da cabeça, a moda dos nazarenos, e uma barba subdesenvolvida”.

A descrição de Josefo sobre Jesus é compatível com a que vimos no início deste texto, e que é apoiada pela nova ciência de antropologia forense. Temos então que, a versão ocidental é derrubada por todos os lados. Na verdade esta versão de um Jesus branco é um produto americano.

No livro: “A cor de Cristo: o Filho de Deus e a Saga de Raça, na América” (2012), Edward J. Blum e Paul Harvey revelam a ironia de uma América, onde cristãos negros e brancos são indiferentes quanto à verdadeira imagem e feições de Cristo, chegando a perpetuar a representação de um Cristo escandinavo, que não passa de uma criação americana, do século 19-20, utilizada para justificar as atrocidades da supremacia branca (o Cristo branco serviu de justificação, santificação da exploração dos nativos americanos e afro-americanos), isto é, os autores mostraram como os americanos refizeram o Filho de Deus, visualmente, e transformaram-no em um símbolo sagrado de suas maiores aspirações e esforços para alcançar o poder racial.


O Cristo branco, ficou claro, representa um estereótipo ocidental, produto de fabricação americano. A cor de Cristo, ainda simboliza, pelo menos nos EUA, divisões bastante representativas, nos quesitos raça e religião; no Brasil, entretanto, quero crer que tal divisão começa a existir, o que é bom sinal (de que a verdade começa vir à tona), e talvez, o Cristo branco predominante em nossa cultura exista por falta de conhecimento da população em geral, coisa que tentamos amenizar, trazendo artigos que provam isto: Jesus era negro.

Fonte:

Tiago Chagas. Após pesquisas, cientistas e arqueólogos divulgam imagem de projeção do rosto de Jesus Cristo. 2012. Publicação eletrônica. Disponível em: http://noticias.gospelmais.com.br/pesquisas-cientistas-imagem-rosto-jesus-cristo-42266.html. Acesso em 19 out. 2015.

Você sabia que Jesus poderia ter sido negro? Publicação eletrônica. Disponível em: http://www.mysterychannel.com.br/curiosidades/voce-sabia-que-jesus-poderia-ter-sido-negro/. Acesso em 19 out. 2015.



2 comentários:

  1. Quem proibiu os papas de assumir que Jesus era negro foi os ILUMINATTI,quê em breve vai tominar todo o Globo terrestre..

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