Menu Suspenso

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Como e quando Jesus e os hebreus tornaram-se brancos?


 
Antes de começar, saiba que, não pretendo explicar novamente, o que as postagens anteriores já detalharam, isto é, que o antigo Egito e o antigo Israel tiveram, pelo menos em épocas mais remotas, uma população formada inteiramente por pessoas negras. Veja as postagens de julho de 2015:


Agora, segundo o autor deste texto, isso (de os hebreus tornarem-se brancos) não aconteceu de verdade, ou, no máximo, ocorreu apenas na imaginação de algumas pessoas (brancos europeus?), que, por razões práticas, decidiram que os hebreus deviam ser transmutados em pessoas brancas (por conta do risco de a raça branca ser considerada inferior?).

Note: não sou especialista, acadêmica, e nem pesquisei a fundo a história, mas, eu arrisco dizer que, em algum momento, durante a era do darwinismo social, houve o brotar de uma ideia sórdida, que adveio de um racismo explícito (eugenia), que não pretendia aceitar o risco de, no futuro, as pessoas inteligentes questionarem o seguinte: “se  Jesus era negro, e antigas civilizações como a egípcia (esta foi extraordinária) eram compostas de pessoas negras... por que achamos que os negros são inferiores? O que nos deu o direito de escravizá-los?”

Segundo o teólogo e historiador Walter Passos, a enciclopédia de Cambridge afirma que, Jesus foi um homem negro, e a Igreja Católica Romana sabe disso (eles mantêm documentos escondidos, que provam isso...). De fato, existem provas arqueológicas, catacumbas romanas, dos primeiros séculos, cujo Jesus retratado é negro, além de iconografias católicas dos primeiros séculos, imagens em catedrais, todas em uma Europa cujas madonas são pretas. Veja mais sobre isso, no livro: Afro-reflexões, de Walter Passos, ou acesse o blog dele:http://cnncba.blogspot.com.br/2008/04/livro-afro-reflexes.html.


Então, essa invensão (Egípcios, Jesus e Hebreus brancos) é relativamente recente. 

Em algum momento da história (europeia?), alguma mente (branca?) decidiu que não podiam aceitar/reconhecer que, tudo o que sabiam e tinham foi derivado das mentes e do trabalho de pessoas negras - até mesmo suas crenças religiosas (o Egito legou muito conhecimento à humanidade, antecedendo em muitos séculos, o desenvolvimento  europeu; e os hebreus são os pais do cristianismo e do judaísmo...).

A lógica da coisa seria: como os brancos poderiam progredir rumo ao seu potencial pleno, se eles estavam sempre olhando para os negros, como a personificação do conhecimento e da sabedoria? Assim, uma mudança tinha que ser feita, e, em algum momento, alguém, muito astuto, iniciou o processo de apagar a identidade africana, egípcia e hebreia, substituindo-a pela falsidade que dizia: a filosofia veio dos gregos, a religião veio de um povo hebreu branco, etc. Veja também a postagem de julho de 2015: O Legado Roubado - Stolen Legacy (livro)

Claro, nós não temos como saber, exatamente, quando esse processo teve início, ou quem fez isso, ou onde foi feito primeiro. Mas, nós temos alguns indícios, através do qual podemos observar parte desse processo.

Eu havia dito que não detalharia isso de novo, mas, vou citar apenas um exemplo, para consolidar esse fato. As primeiras imagens – autênticas – dos antigos hebreus, datam de antes de Cristo, e mostram um povo negro. Elas são provenientes de relevos assírios, que mostram os Hebreus, bem como outros povos conquistados, em cenas pictóricas, detalhadas em batalhas, com textos associados. São decorações de palácios assírios, cujos relevos eram, sem dúvida, usados para tripudiar sobre os povos conquistados (sobre os hebreus e outros povos conquistados). Abaixo, nós vemos algumas imagens que estão guardadas no Museu Britânico, em Londres/Inglaterra.

 

Imagens do site: 
 http://realhistoryww.com/world_history/ancient/Misc/Jesus/Jesus.htm


Continuando a lógica de pensamento do autor deste texto, a realidade é que, muita coisa foi destruída, para apagar a verdadeira história. Muitos originais da bíblia... (também  foram destruídos?), mas, alguns escritos permaneceram, como foi o caso daqueles encontrados em 1947, numa aldeia (Qumran) situada a cerca de 20 milhas à leste de Jerusalém. Esses escritos estão sob a guarda conjunta da Igreja Católica e dos atuais israelenses (brancos - kasares?). O conteúdo traduzido desses pergaminhos nunca foi tornado público, e provavelmente não pretendem faze-lo, dada as diferenças de ensinamentos e fatos, que são inconciliáveis e incontestáveis.

Talves você pergunte: por que esses escritos não foram destruídos? Segundo o autor deste texto, não foram destruídos porque, depois da queda Assíria, veio o Império Persa, que também foi um Império Negro, e depois veio o controle dos gregos, que eram naquele tempo, mesclados com os persas negros, então, não tinham porque negar tais pinturas, pois eles eram pessoas negras. Por fim, a Assíria ficou novamente sob controle persa, e, depois, sob o controle dos antigos árabes (negros). Logo, no momento em que os brancos estavam destruindo vestígios da história negra, não destruíram os artefatos assírios, porque não tinham acesso à eles.

Mas, quando obtinham controle da região, eles não perdiam tempo, e destruíam todos os vestígios dos antigos habitantes negros. A Anatolia antiga (Turquia), por exemplo, foi o lar de muitas civilizações gigantes de sua época, mas, muito pouco foi encontrado dela. E, alguns artefatos egípcios, dos quais muitos foram recuperados, principalmente nos tempos modernos, não foram simplesmente destruidos, e sim, modificados, isto é, às vezes, apenas quebravam o nariz fora, a fim de torná-los irreconhecíveis ao olhar das pessoas, e, em seguida, orgulhosamente exibidos como prova da grandeza de um povo branco.


Nenhum comentário:

Postar um comentário