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terça-feira, 28 de julho de 2015

Uma foto que determinou o fim da escravidão.

 

Uma foto capaz de mudar o destino de milhares de escravos. 

                          

Este homem, com as costas marcadas por chicotadas, tinha um nome: Gordon  
 

Gordon recebeu uma surra severa, por motivos não revelados, no outono de 1862.
Esta surra deixou o pobre escravo, com equimoses horríveis...
 Então, foi tirada uma foto dele, de costas nuas, durante um exame médico, antes de Gordon, o escravo fugitivo, ser recrutado para o exército, para servir na guerra civil americana.

Faremos uma postagem sobre a guerra civil americana, com o título: "Negros Americanos na Guerra de Secessão (Black Soldier in Civil War)", em 16 de novembro de 2015.

Voltando o assunto: "uma equipe fotográfica, na ocasião, fez cópias dessa imagem e venderam-na...
 ...a distribuição em massa, de forma rápida e ampla (Filadélfia, Nova York, Boston, Londres) provocou uma resposta imediata..."

"...essa imagem horrível de contemplar, é um testemunho contra a escravidão, mais eloquente do que quaisquer palavras" Picture of a Slave". The Liberator (Boston, Massachusetts). 12 June 1863.

 Samuel K. Towle, um cirurgião do grupo de voluntários, de Massachusetts, que trabalhava em Baton Rouge, enviou uma cópia dessa fotografia, em uma carta, no qual escreveu: 
"...horrível punição que este homem recebeu, embora nada em sua aparência indique qualquer agressividade, mas, pelo contrário, ele parece inteligente e bem-comportado" (Ron, editor do blog Us Slave).  

 Uma foto mudou a história da escravidão? 

Sim! Uma imagem pode dizer mais que cem palavras...

De fato, "essa foto desempenhou um papel influente, no EUA, ao ampliar o debate nacional sobre a escravidão".

"...A fotografia foi capaz de comunicar ideias poderosas, que finalmente minaram a noção predominante de que, a escravidão era uma tradição benigna". 

"Fotografia muda a nossa forma de registrar e responder à questões sociais"...(Editor Ron Blog Us Slave).






O  heroísmo de Gordon foi amplamente reconhecido, e  ajudou à convencer muitos céticos à aceitar o alistamento de afro-americanos no Exército dos EUA. Não há mais registros que indicam o que aconteceu com Gordon. No entanto, a foto de suas costas marcadas permanece como um testemunho ardente da brutalidade da escravidão, e da coragem exibida por muitos afro-americanos durante este período 
(Editor Ron Blog Us slave).



Agora veja esta imagem:
Quantas vezes você virou o rosto, quando viu uma foto como esta?
 Quantas vezes você buscou esquecer ou fingir que não viu?
Quantas vezes você fingiu que isso não existe, para não sofrer, ou porque não sabia o que fazer?

É fácil esquecer, quando ocorre lá no outro lado do mundo, ou na favela ao lado, onde você não está lá, para ver.

 Igualmente, é fácil pensar: a escravidão acabou, quando não é você que herdou a pobreza, resultado daquela escravidão de outrora, e que hoje te mantém cativo de empregos ruins, porque você não teve acesso à educação de qualidade, e agora está preso aos baixos salários, sem oportunidade de mudança, dependente de hospitais, que deixam os doentes morrerem sem assistência, etc.

Além disso, o racismo ainda existe!
Então, lembrem-se destas imagens, e não aceitem o racismo!
Você é contra as cotas raciais... que dão acesso às universidades?
Você é contra a distribuição de renda, contra o governo que busca praticá-la?

Se for contra, reveja seus conceitos! Repense!

Não aceite o racismo brando, aquele que nós perpetuamos, ao usarmos termos como: serviço mal feito é serviço de preto, gato preto dá azar...
Pode-se perpetuar o racismo também, quando você dá para sua criança negra uma Barbie loira...

Lamentavelmente, a humanidade perde um tempo precioso lutando contra o racismo, que nem sequer devia existir, porque se trata de um ato de selvageria e ignorância. E, enquanto isso, algo mais grave está ocorrendo no mundo: o meio ambiente está à beira de uma falência global, o capitalismo está à beira de um colapso, e como estamos interconectados via globalização, o que ocorrer de ruim em um ponto do globo repercutirá sobre todo o planeta.

Deveríamos lutar para resolver os problemas da África, que já sofreu demais com a colonização, com a escravidão, com o roubo de seus recursos naturais. Deveríamos estar reparando o estragos que causamos ao meio ambiente global, seja através de acidentes como o derramamento de petroleiro  nos oceanos, seja na mata extinta pela invasão das cidades, na água que escasseia cada vez mais, que desperdiçamos, seja o impacto que causamos sobre a camada de ozônio, e milhares de outros exemplos, que põem o mundo todo em risco de sofrer uma crise sem precedentes e impossível (brevemente) de ser reparada.

Se não fizermos algo agora, isto é, nos unir e resolver os problemas ambientais, os problemas decorrentes da desigualdade econômica (poucos com tudo, milhares sem nada), injustiça social, invasões de nações e governos, desestruturando países, e criando guerras, enfim, enquanto raça humana, somos uma só, e estamos caminhando para o abismo, porque não nos unimos, somos egoístas, e destruímos tudo. Somos loucos suicidas.

Isso não quer dizer porém, que devemos esquecer a luta contra o racismo. Mas, eu indico que vejam o documentário disponível no Netflix ou Youtube, chamado: "Movimento Zeitgeist", que traz dados pouco conhecidos, pelas grandes massas, mas, que tem efeito sobre todo ser vivo, e vejam também o que a física quântica tem a dizer, sobre a a união de todas as coisas, fato comprovado pela ciência, no documentário: "Quem Somos Nós (1 e 2)", em: https://www.youtube.com/watch?v=an6Yhrf5lFo. 

Paz! Acordem!

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