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domingo, 26 de julho de 2015

(05) A 13ª tribo, falsos israelitas, Khazares, Ashkenazi, Edomitas...

Koestler

“A grande maioria dos sobreviventes judeus do mundo são descendentes de europeus do Leste e, sendo assim, principalmente de origem Khazar. Se é assim, isso significa que, seus antepassados não vieram do Jordão, mas, do Volga, e não de Canaã, mas, do Cáucaso, uma vez que, acredita-se ser o berço da raça ariana, e que geneticamente estão mais estreitamente relacionados com as tribos Hun, Uigur..."Arthur Koestler.
 Livro: “A DÉCIMA TERCEIRA TRIBO” (pág. 17).

Para melhor entendimento deste estudo, convém definir alguns termos importantes, antes de prosseguirmos. E lembramos que, não dispomos de tempo hábil, para realizar uma pesquisa mais profunda, sobre este tema. Diante disso, acabamos por expor, sem critério rígido, tudo que possa ser útil ao (seu) entendimento sobre o assunto. Sugiro, portanto, que, o prezado leitor faça uma pesquisa particular, antes de chegar a uma conclusão definitiva:

Precisamos compreender os termos Ashkenazi e Sefarditas.
 

Nota: para algumas pessoas, a Wikipédia não é uma fonte de informações muito segura, mas, nada impede que a utilizemos, como ponto de partida.

Segundo a Wikipédia:


ASHKENAZI
: ashkenazi é o nome dado aos judeus provenientes da Europa Central e Europa Oriental. Seria o termo proveniente do correlato em hebraico medieval, para a Alemanha, chamado Ashkenaz.

Segundo o livro bíblico de Gênesis 10:03, Asquenaz foi um bisneto de Noé , portanto, foi neto de Jafé.


Ainda segundo a fonte citada (wiki), os descendentes de Asquenaz, conforme a tradição, seriam os citas, que, de acordo com Jeremias (51:27), viviam nas proximidades do Monte Ararate, e eram chamados ashkuza, nas inscrições assírias. A região da Ascânia na Anatólia derivaria seu nome desse grupo, que se acredita ter avançado até a Europa (Jafé seria o pai dos homens brancos).


SEFARDITAS: 
segundo a wikipédia, o termo é utilizado para referir-se aos descendentes de judeus originários de Portugal e Espanha. A palavra teria origem em uma denominação hebraica utilizada para designar a Península Ibérica (Sefarad).

Os sefarditas teriam emigrado para a Península Ibérica, durante a era das navegações fenícias, embora, a sua presença só possa ser atestada, a partir do Império Romano.


Veja as postagens: "A presença dos Fenícios no Brasil", do dia 29/10/2015, e "Genealogia de Noé até os Fenícios (povos negros da bíblia)", do dia 29/10/2015.

Segundo Hadassah Yashurum, os ASHKENAZI seriam provenientes dos países do leste europeu, enquanto que os SEFARDITAS seriam provenientes dos “PAÍSES DO ORIENTE MÉDIO”. (Então os ashkenazi seriam provenientes de judeus convertidos, enquanto que os sefarditas seriam judeus originais).

Os sefarditas teriam sido expulsos da Espanha, fugindo das perseguições na inquisição espanhola (1478 -1834), dirigindo-se a vários outros territórios: leste do Mediterrâneo e Balcãs, para o norte de África, onde viveram durante séculos; milhares se refugiaram no Novo Mundo, principalmente Brasil, onde foi construída a primeira Sinagoga das Américas e também, no México, onde são conhecidos como marranos.

Houveram importantes comunidades sefarditas nos países árabes, e, o termo sefardita é usado em Israel para referir-se aos judeus oriundos do norte da África.  

Os sefarditas são divididos em: Ocidentais - os chamados judeus da nação portuguesa - e os Orientais - os sefardim que viveram no Império Otomano.

Ao definir as origens do Ashkenazim, Alan Brook afirma que: "A localização geográfica do Ashkenaz, com base em referências, na Torah, pode ser centrada em torno do sul da Rússia, Armênia e Ásia Menor. O ashkaenoi (askae ou askai) eram as pessoas também conhecidas como frígios ou Mysians (Meseque)”.

Ezequiel 38: 02 diz: "Filho do homem, dirige o teu rosto contra Gogue, terra de Magogue, príncipe e chefe de Meseque, e Tubal, e profetiza contra ele". Gogue, da terra de Magogue, segundo alguns historiadores-teólogos, corresponde aos russos. Ezequiel 39:2 diz que, Gogue e Magogue são do Norte. Ao olharmos o mapa múndi, verificamos que Moscou está ao norte de Jerusalém.

Evidências mais recentes mostram que, os sefarditas imigraram a partir de regiões do sul da Rússia, da Ásia ocidental e da Ásia Menor – região que foi claramente identificada como o local e a origem dos khazares antigos.  

                                 Antes de prosseguir, se quiser, assista ao vídeo:

De acordo com uma explicação do Talmud, escreveu Hugo Freiherr, "Ashkenaz significa,  um país perto do Mar Negro, entre Ararat e o Cáucaso, na região original do império Khazar." Isso é precisamente a localização geográfica do Império Khazar. The Talmudic observation is abetted by Scripture which names Ashkenaz as descending not from Shem but from Japheth through Gomer, and whose uncles were Magog and Tubal. E o talmude é auxiliado pela Escritura que relata a origem Ashkenaz. Gênesis 10:2,3 - Os filhos de Jafé são: Gomer, Magogue, Madai, Javã, Tubal, Meseque e Tiras. E os filhos de Gomer são: Asquenaz, Rifate e Togarma.

E Jeremias 51:27 diz: "Arvorai um estandarte na terra, tocai a buzina entre as nações, preparai as nações contra ela, convocai contra ela os reinos de Ararate, Mini, e Asquenaz; ordenai contra ela um capitão, fazei subir cavalos, como lagartas eriçadas". Isto quer dizer que, nações aliadas  de Israel são convocadas para  trazer o juízo divino contra a Babilônia, e os aliados, não fazem parte de Israel ou Judá, portanto, não podiam ser contados como judeus, logo Asquenaz não é parte de Israel.

Mas, Ashquenaz  era descendente de Jafé, e seus tios eram: Magog e Tubal (Gênesis, 10:3). Em Ezequiele 38:2 lemos: "Filho do homem, dirige o teu rosto contra Gogue, terra de Magogue, príncipe e chefe de Meseque e Tubal, e profetiza contra ele".

Em algum momento da história houve uma mistura de judeus da Europa Ocidental e khazarianos, e em algum momento é despertado nos khazares Ashkenazi o desejo de possuir uma pátria judaica.
  

Esse desejo manifestou-se sob a forma de um movimento messiânico, no século XII, na Khazaria que assumiu a textura de uma cruzada “judaica”. Os Khazares admiravam o aprendizado ocidental (de língua alemã), dos seus irmãos em religião, e rapidamente adotaram o seu idioma, a educação e práticas culturais. Isso resultou, também, em uma equiparação de seus outros talentos na área de Economia, negócios e outras coisas sobre política. Este desejo de uma pátria judaica ecoou ao longo dos séculos, e encontrou expressão novamente. “Foi entre os judeus ASKHENAZIM, diz a Encyclopedia Americana, que a ideia do sionismo político surgiu, levando finalmente à criação do moderno Estado de Israel em 1948". 

Do estudo iremos concluir que: "os judeus que hoje ocupam Israel, segundo alguns especialistas, não são o verdadeiro povo de Israel". Então, quem são estes que vivem em Israel atualmente? Veremos:

Eles são os Khazares
Pouco conhecido no Ocidente, e pouco conhecido até mesmo por aqueles que hoje, ocupam suas terras ancestrais, o reino Khazar foi responsável pela formação substancial da história e paisagem política da Europa e Ásia Ocidental.   




“Os khazares eram descendentes de tribos nômades”, diz Koestler, “mas, como vimos, eles compartilharam um certo cosmopolitismo, e outras características sociais, com os seus correligionários alemães".

Em tese de um autor judeu Kevin Alan Brook, temos o seguinte: MIL ANOS antes da criação (em 948 d.C.) do moderno Estado de Israelexistia um reino judeu, na margem oriental da  Europa, à montante dos rios Volga e Don...” 

Ainda sobre esse reino, há o relato:


“... muito misterioso, costumava ser chamado de Khazaria, ou o Reino dos Khazares. Esse reino contribuiu grandemente, para moldar o nosso mundo moderno, e ocupava uma imensa área de terra, de mais de um milhão de milhas quadradas, que se estendia do oeste da Hungria/Áustria, a leste com o Mar de Aral, ao norte, com o rio Volga e sua região, que se estendia para o sul da Cordilheira do Cáucaso, entre o mar Negro e mar Cáspio (foi naquela época, literalmente, o maior reino do mundo). 

Nota:

O reino Khazar  veio a ser  revelado, em um vasto corpo de evidências  históricas, somente nas últimas três à cinco décadas, a partir de manuscritos antigos, que trouxeram luz à surpreendente e verdadeira história, deste antigo reino, bem como a sua ligação com as origens do moderno estado de ISRAEL

Arthur Koestler (ele próprio um judeu askhenazi), autor do livro que nos guia neste tópico - "A Décima Terceira Tribo" (obra considerada a mais expansiva e única sobre o assunto) - afirma que: “A história do Império Khazar, uma vez que emerge lentamente do passado, começa a parecer o mais cruel embuste, que já foi praticado na história.” Em uma passagem do texto fonte desta postagem, lemos:

"...flagrante contradição de que os judeus, que não têm identidade nem genética, ou étnica verdadeira, têm direito a terras que nunca ocuparam, por qualquer direito de origem, propriedade ou da posse, e cujos ancestrais nunca a ocuparam".

Obs.: o texto que usamos como fonte foi postado por Thoth3126 (tradução, edição e imagens), em: http://thoth3126.com.br/o-reino-dos-khazares/.

O original encontra-se em: 

Teríamos então, segundo a tradução de Thoth3126, que, o afluxo de judeus não semitas (de Jafé), de origem Khazar, constituí a primeira “invasão” de Gog da terra de Magog, como profetizado nas escrituras bíblicas.  

Flavius Josephus afirmou que: “Magog fundou aqueles que dele foram nomeados Magogites, mas, que, são chamados pelos gregos de Citas”. Josefo viveu e morreu um meio-milênio antes da fundação do reino Khazar e, portanto, não poderia ligar os da região dos citas com os khazares. A Enciclopédia Católica observa que “Josephus e outros identificam Magog com a Cítia, na antiguidade, mas este nome foi usado para designar vagamente toda a população do norte.


Josephus tem um comentário interessante sobre Tubal, o irmão de Magog e Meseque, que soa como se fosse feito especificamente para os seus descendentes, os khazares: “Tubal ultrapassou todos os homens em força, e ficou muito famoso e especialista em espetáculos marciais".

O escritor Vasiliev, em: “Os godos na Criméia”, alegou que, “os khazares eram filhos selvagens” de Magogue, “que não tinham” nenhuma religião, embora reconhecendo a existência de um Deus único.

As referências feitas pelo Rabino Petakhiah, em seu diário de viagem Sibbuv ha-Olam, relativo à conversão do Rei Khazar, Bulan, ao judaísmo, faz menção de que o reino era o de Meseque antigo.

Koestler escreveu que os persas e os bizantinos é que se referem a Khazaria, como o “Reino do Norte”, com o qual quase todos os teólogos modernos ligam Gog e Magog.

Ibn Fadlan, o famoso viajante árabe dos anos 700 fez o comentário em seu diário que: “os Khazares e seu rei são todos judeus". 

O “Monge Vestefália, Christian Druthmar de Aquitânia, escreveu um tratado em latim Expositio in Evangelium Mattei, no qual ele relata que existem pessoas, sob o céu, em regiões onde os cristãos não podem ser encontrados, cujo nome é Gog e Magog, e que são os povos hunos, entre eles, um povo chamado de Gazari [khazares], que são circuncidados e observam o Judaísmo na sua totalidade". 

Uma Crônica Georgiana, ecoa uma antiga tradição, na qual identifica os Khazares com os exércitos de Gog e Magog – “homens selvagens com rostos hediondos e os costumes de feras, os comedores de sangue”.

Estamos vendo a história de um reino, que proveio de povos beligerantes, guerreiros, nômades caucasianos, da raça BRANCA ARIANA, que não tinham (nem tem) nenhuma ascendência ligada à raça semita, ainda que, adotando o judaísmo talmúdico, e tornando-se dominante – e praticamente a única – força atual, do século XXI, do Judaísmo Internacional (palavras do autor do texto que usamos como fonte). 

Note que, não é sem receio que tratamos desse tema, considerado delicado, e para alguns, “politicamente incorreto”, pois, pode ser confundido com anti-semitismo.  Então, saiba, que tudo que é dito aqui, advém de algumas fontes, do que disseram alguns estudiosos "renomados", portanto, não é de minha autoria, mas, confesso: estou surpresa com o assunto, pois é fascinante, mas, um pouco temerosa dos seus efeitos, uma vez que não sou especialista no assunto. Sugiro então, que você pesquise mais sobre isso.

Continuando: "que poder de segredo misterioso tem sido capaz de, em inúmeras gerações, de manter a origem e a história dos khazares e do Reino Khazar fora do contexto histórico, dos livros de história, e fora das aulas e cursos de história, na história de todo o mundo? A origem e a história dos khazares e do Reino Khazar, certamente, hoje, são incontestáveis fatos históricos". – Freedman.

Freedman foi um judeu Ashkenazim, que foi um funcionário público altamente colocado no governo norte americano, no início de meados do século XX, que teve acesso livre à presidentes e estadistas mundiais, até a administração Kennedy.

O Sr. Freedman, rico empresário judeu, tornou-se desiludido com sua herança judaica após saber de suas origens e suas maquinações políticas, em todo o mundo. Ele rompeu com o judaísmo organizado, gastou a maior parte da sua grande fortuna, na tentativa de revelar ao mundo a verdadeira força motriz por trás da criação da nação de Israel, pelas Nações Unidas, bem como outros equívocos históricos relativos às raízes khazarianas do judaísmo moderno.

“Nosso poder na atual condição cambaleante de todas as formas de poder será mais invencível do que qualquer outro, porque ele permanecerá invisível e astuto até o momento em que ganhará tal força que não poderá mais ser minado.” O Primeiro Protocolo dos Sábios de Sião. 

Freedman relacionou o fomento da traição que presenciou na manipulação do resultado da Primeira Guerra Mundial. Veja a postagem: "A sórdida manipulação do resultado da Primeira Guerra Mundial pelos falsos israelitas", do dia 02/10/15, ou acesse: http://thoth3126.com.br/o-reino-dos-khazares-parte-ii-final/.

Por fim, o objetivo deste tópico é mostrar que, os atuais israelitas (brancos), provavelmente, não são os descendentes dos hebreus da bíblia. E em meio a tudo isso, eu utilizo as palavras do autor deste texto, para transmitir uma mensagem: “o antissemitismo” [hoje] lançado contra aqueles que se opõem às ações internacionais de uma parte dos seres que se autodenominam judeus, seria muito mais como um escocês emigrado para a América, decidir viver em uma reserva indígena Apache, vindo a dominar a sua política e economia, e em seguida, alegando que, quem discordar com a sua agenda política e social é racista e anti-Apache em suas crenças". Para bom entendendor, meia palavra basta para...

Koestler enfatizou, sobre os israelitas de Israel moderno: É tão ridículo chamá-los de “povos da Terra Santa”, como seria chamar os 54 milhões de chineses muçulmanos, de um povo “árabe”.

Uma Perspectiva Histórica

Pouco depois da morte de Maomé, em 632 dC, de acordo com o professor da Universidade de Columbia, D.M. Dunlop, exércitos árabes iniciaram uma campanha, para o norte da Arábia Saudita (de hoje), pretendendo varrer tudo à frente deles, até que encontraram a grande barreira montanhosa do Cáucaso.



Essa barreira, se fosse superada, enfatizou “Dunlop: “o caminho estaria aberto, para as terras da Europa do Leste, e do sul da atual Rússia”, isto é, o Califado (exército muçulmano) poderia atravessar a barreira geológica (as montanhas da Cordilheira do Cáucaso), e a história da Europa, e de fato, do resto do mundo judaico-cristão, teria sido totalmente diferente do que é hoje.

E, foi no Cáucaso, então, que os árabes encontraram os khazares; e assim iniciaram uma guerra que durou mais de um século, e que efetivamente impediu a Europa de se tornar islâmica.Tão poderosos, social e militarmente foram os khazares que, como Kevin Alan Brook disse em seu trabalho - "Os judeus da Khazaria” - "...um imperador do século X, dos bizantinos [Império Romano na atual Turquia], Constantino Porphyrogenitus, enviou correspondência aos khazares, marcadas com um selo de ouro no valor de 3 solidi – mais do que o 2 solidi que sempre acompanhavam as cartas endereçadas ao Papa, de Roma, e ao Príncipe dos RUS (ancestrais dos Russos) ... ".


O Professor Peter Golden, da Universidade de Rutgers, referido por Brook como: “uma das principais autoridades sobre os khazares”, escreveu: “para todas as crianças do Ocidente, tem sido ensinado, nas escolas, que, se não fosse por Charles Martel e sua vitória contra os muçulmanos, na batalha de Poitiers, poderia haver uma mesquita, onde a catedral de Notre Dame está agora. Entretanto,  Golden enfatiza que, poucos eruditos estão cientes de que, "se não fossem os khazares Orientais, a Europa poderia muito bem, ter-se tornado uma província do Islã".

Isso porque, as forças de cavalaria khazarianas, com uma tropa de origem, principalmente turcas e pagãs, podiam, por vezes, e quando atacadas, mostrar um ardor desastroso, e muita crueldade, para com seus inimigos. Eles também foram, provavelmente, os mais disciplinados taticamente e estrategicamente, com poder marcial/militar mais potente, daquela época e daquela região. A prova de que eles eram extremamente calculistas, na sua abordagem às questões internacionais, reside no fato de que, em contraste com a sua brutalidade, funcionários Khazares eram, frequentemente, consultados como emissários diplomáticos e por mediadores, por todas as forças políticas em torno da Khazaria. Os Khazares e seu império eram, naquele momento da história da idade média, altamente respeitados e grandemente temidos – e com muita razão. 

No auge de seu império, acredita-se que o khazares tinham um exército permanente, que poderia ser enumerado em torno de cem mil guerreiros, que controlavam ou exigiam tributo, surpreendentemente, para mais de trinta diferentes nações e tribos, que habitavam o vasto território entre o Cáucaso, o Mar de Aral, os Montes Urais e as estepes ucranianas (parte da antiga rota da seda). Em sua extensão máxima (no século IX), disse Brook, “Khazaria não abrangia apenas o norte do Cáucaso, e o delta do Volga, mas, foi alargado a oeste, até Kiev, atual - Ucrânia”. 

O arqueólogo Soviético, M.I. Artamonov afirma que, durante um século e meio, os khazares eram os comandantes supremos da metade sul da Europa Oriental (a leste da, hoje, Áustria e Hungria), e apresentavam um baluarte, praticamente impenetrável, bloqueando o portão natural, entre os montes Ural e o Mar Cáspio, rota natural da Ásia, para a Europa central e ocidental. Durante todo esse período, os Khazares detiveram o avanço das tribos nômades do Oriente. 

É  dito que (até recentemente), "uma grande parte do problema, com o esquecimento histórico do antigo território Khazar, pelo mundo moderno, existiu pelo fato de, a antiga área geográfica do país ter feito parte da antiga União Soviética, que interferiu na interpretação dos dados arqueológicos, no âmbito do materialismo histórico marxista" (versão da Cortina de Ferro, de revisionismo histórico, criado pelos soviéticos, que interpretavam os dados, fabricado-os).

Esta raça peculiar e obscura, que habitava aquela terra, foi descrita com olhos azuis e pele muito clara. Comumente eles tinham longos cabelos avermelhados e foram relatados como muito grandes de estatura e ferozes de semblante. Outras fontes acrescentaram observações que haviam “khazares negros ” e “khazares brancos”, notando que, estes últimos eram “de pele clara e bonita, enquanto os anteriores eram de pele escura”. Isso tem sido, no entanto, bastante refutado pelos estudiosos que estabeleceram que, a distinção não era racial, mas social. O “Negro” ou “Kara” khazares constituíram o estrato inferior ou casta, enquanto o “branco” ou “AK” khazares eram das classes nobres ou reais. Este tipo de distinção de classe era bastante comum, na Europa Oriental, como evidenciado pelos termos mais comumente conhecidos como: “Black Russian” e “White Russian”, indicando a classe, não a cor da pele

Em seu livro: "Uma Introdução à História dos Povos turcos", Peter Golden afirma que, as crônicas chinesas de T’and-shu descreve os khazares, em geral, como “… de alta estatura, com cabelos vermelhos, rosto corado e de olhos azuis, cabelo preto era considerado um mau presságio.” 

Khazares - Fortes e temidos Guerreiros. 

Da ferocidade e tendências guerreiras, dos khazares, há pouca dúvida nas evidências históricas, e tudo apontando para uma raça de pessoas tão violentas em suas relações, com outros homens, que eles eram temidos e detestados acima de todos os povos, desta região do mundo.  O cronista árabe, Ibn Said Al-Maghribi escreve, "Eles estão ao norte da terra habitada para a sétima região, tendo sobre a cabeça a constelação do arado (a Constelação da Ursa Maior). Sua terra é fria e úmida. Consequentemente, sua tez é branca, a cor dos seus olhos é azul, seus cabelos, soltos e predominantemente avermelhados, seus corpos, grandes, e sua natureza, fria, seu aspecto geral é selvagem".

O monge Druthmar, da Aquitânia (França Medieval), do nono século, no seu comentário, sobre Mateus (24:14), na Expositio in Matthaeum Evangelistam, afirmou que, os Gazari ou cazares, habitaram “nas terras de Gog e Magog". Lendas e histórias não faltam, algumas das quais são verdadeiras, de acordo com o monge da Aquitânia, acima citado, que giram em torno de Alexandre, o Grande, e sua tentativa de cercar os khazares, e colocá-los sob quarentena, já no século III a.C., devido à sua natureza violenta e bárbara, em relação ao mundo civilizado. Este esforço de Alexandre, aparentemente, falhou, Druthmar alegou que, eles escaparam. Algumas lendas ainda afirmam que, eles eram canibais.
 
Após a conversão do reino (kazar), para o judaísmoo termo “judeus vermelhos” entrou em uso, na superstição medieval dos alemães, que igualava o seu cabelo vermelho, e barbas, e sua natureza violenta, com dolo e desonestidade. Também é bem documentado que, eles, fortemente, tributavam todos aqueles que passassem por suas terras, pois, ninguém ousava recusar pagar-lhes os tributos.

De acordo com Benjamin H. Freedman, ele próprio um judeu, citado anteriormente, e um adjunto de longa data, e aparente confidente de presidentes e estadistas dos EUA, em um fórum apresentado em 1961, no Hotel Willard, em Washington, DC, disse que, os khazares eram tão beligerantes e hostis que, eles acabaram por migrar para fora da Ásia, e dispersaram-se entre as nações da Europa Oriental. Heinrich von Neustadt, em 1300, escreveu a respeito deles como o povo “aterrorizante de Gog e Magog“. 

Mesmo nos tempos modernos, a história muçulmana recorda as invasões dos Khazares, e o terror dos que habitam essa terra. Até hoje, eles chamam o mar Caspio de Bahr-ul-Khazar – “O mar dos Khazares”.

Não é difícil determinar alguns dos fatores que motivam a lendária ferocidade Khazar, na guerra. “Quando o bek [o chefe militar Khazar, e segundo no comando, atrás somente do próprio Kagan, o chefe supremo] envia um corpo de tropas para lutar, não se retiram do campo de batalha, em nenhuma circunstânciaSe forem derrotados, cada um que retornasse para casa era morto…Às vezes, eles cortavam a cada soldado derrotado, em dois, e crucificando-os, e, por vezes, eles eram enforcados, em árvores. ” 

Logicamente, parece que isso, provavelmente, nunca aconteceu mais de uma vez, desde que esse motivo revelava, até mesmo ao soldado mais recalcitrante, que a derrota nunca seria uma opção. Tal prática teria igualmente, contribuído com  um forte impulso , para a lenda de ferocidade Khazar, uma vez que, quando confrontados com a escolha de ser vencedor na batalha, ou que enfrentassem a pior morte em casa", caso derrotados,  qual você acha que eles escolheriam?

Todos esses fatos, misturados com as semilendas de Alexandre o Grande, e suas tentativas de cercá-los (cercar os Khazares - judeus Vermelhos), e isolá-los, resultou em numerosas mitologias...no final dos tempos, de Gog e Magog estarem delimitados pela área das montanhas do Cáucaso. Isto como diz as lendas, a fim de cumprir a profecia bíblica, na destruição final do mundo. Na verdade, mesmo lendas como essa, o Islã tem em sua mitologia.


Em um escrito do Imam Ibn Kathir, ele afirma que, o profeta Mohammed alegou: “Todo dia, o povo de Gog e Magog está tentando cavar uma saída através da barreira [as montanhas do Cáucaso]. Quando eles começam a ver a luz solar, através dela, quem está no comando deles diz: 'Volte, você pode continuar a escavação amanhã', e quando voltam, no dia seguinte, a barreira é mais forte do que era antes. Isso continuará, até que o tempo venha, e que Deus deseje enviá-los à frente, para cumprir seus planos. ”

Em resposta àqueles que acreditam que Gog, na terra de Magog é especificamente a Rússia, Apocalipse 20: 08 fornece um esclarecimento quanto à verdadeira região geográfica de Gog, nos últimos dias: "as nações que estão nos quatro cantos da terra, Gog e Magog, isto é, ela é  onipresente, não existente apenas na Rússia.

The origin and history of the Khazars and Khazar Kingdom are certainly incontestable historical facts. --Freedman A origem e a história dos khazares são fatos históricos incontestáveis. –Freedman.

Breaking with organized Jewry he spent the majority of his great wealth in attempts to reveal to the world the true driving force behind the establishment of the nation of Israel by the United Nations as well as other historical misconceptions concerning the Khazarian roots of modern Judaism. Rompendo com os Judeus organizados, ele aplicou a maior parte de sua grande riqueza em revelar ao mundo a força motriz por trás da verdadeira criação da nação de Israel, pelas Nações Unidas, bem como outros equívocos históricos sobre as raízes khazarianas do judaísmo moderno.
Como será mostrado, os muçulmanos, ao sul do reino Khazar, tinham boas razões para anexar essas lendas aos seus ferozes vizinhos do norte.  No entanto, nenhuma nação pode sobreviver, por muito tempo; não importa o quão forte seja, militarmente; por ser exclusivamente beligerante, e os khazares não eram uma exceção a esta regra (como hoje os EUA não o são, inclusive porque, estão sob o controle de KHAZARES MODERNOS). Como um complemento vital para a sua brutalidade nativa, de que eles estavam possuídos, a sabedoria de saber ser calculista, como quando um jogador diz que, “quando a presa está cercada, saber dar o bote final”.

Este sentimento calculista, em política, tornou-se evidente nos seus encontros diplomáticos, com os romanos. O Imperador Heráclio, em 627, formou uma aliança militar com os khazares, para tentar uma derrota final dos persas. Após a primeira reunião do rei Khazar Ziebel, com o Imperador romano, os khazares exibiram uma completa habilidade na bajulação diplomática – habilidades que iriam atendê-los bem, e não iria desaparecer, com o fim de seu reino, conforme percebemos, ainda nos dias de hoje.

Ele, o Rei Khazar, “com os seus nobres desmontaram de seus cavalos”, diz Gibbon, “… e caiu prostrado no chão, para adorar o manto púrpura de César”, o imperador romano. Tão apaixonado e impressionado ficou o imperador bizantino, com essa exibição de obediência, que acabou culminando com a oferta, junto com muitas riquezas, da filha de César, Eudóxia, em casamento.

Essa união nunca ocorreu, devido à morte de Ziebel, enquanto Eudóxia se deslocava para seu casamento, na Khazaria. No entanto, após a derrota final dos projetos do Islã, no Reino do Norte, no ano 730, um casamento entre uma princesa Khazar e o herdeiro do Império Romano Bizantino resulta em uma descendência que, "há de governar Bizâncio, como o Rei Leão, o Khazar". Assim, o “Rei do Norte”, dos Khazares, os judeus vermelhos, tinha habilmente conseguido colocar-se no trono do Império Romano.

Após a derrota dos persas, um novo triângulo do poder surgiu, que consistiu no “Califado Islâmico, em Bagdá, o Reino Cristão, em Bizâncio, e o recém-surgido Reino do Norte, Khazar. Coube a este último, suportar o peso do ataque árabe muçulmano, em seus estágios iniciais, e proteger as planícies da Europa Oriental, contra os invasores. ”


Devido à sua localização geográfica, única, no cúspide criada pelo Mar Cáspio e o Mar Negro, em ambos os lados, e a barreira montanhosa de pedra, da terrível Cordilheira do Cáucaso, ao longo da sua fronteira sul, defender a sua terra foi um feito, consideravelmente, mais fácil para os Khazares. Esta situação de geografia foi, segundo os historiadores, um dos principais fatores na formação da história da Europa Oriental, do continente europeu, e, finalmente, do resto do mundo ocidental.

Neste ponto fazemos uma pausa, para indicar o texto, na íntegra, em:
http://thoth3126.com.br/o-reino-dos-khazares/ouhttp://www.apfn.org/THEWINDS/library/khazars.html
 
Continuando:

 O que impediu a Europa de estar sob o símbolo da lua crescente do islamismo?

Sobre: "a tentativa dos grandes exércitos muçulmanos para tomar o controle da Transcaucásia" - a dificuldade dos árabes em atravessar as montanhas do Cáucaso tornou logisticamente impossível, para os exércitos muçulmanos criar um cerco eficaz contra a capital romana de Constantinopla, capital do império bizantino (nesta altura, os árabes sob liderança de Maomé conquistaram muitas terras). “Se eles tivessem sido capazes de atingir a capital em Bizâncio indo através do Cáucaso e dando a volta pelo norte do Mar Negro”, diz Arthur Koestler, “O destino do Império Romano, provavelmente teria sido selado.” Foi esta situação fortuita, juntamente com a barreira militar apresentada pelos khazares em si, que impediram a Europa de estar sob o símbolo da lua crescente do islamismo, e criando uma história muito diferente do que foi verificada, mais tarde. 

Houve...uma série de guerrilhas, de incursões, por ambos os lados, um contra o outro (Khazaria contra o islamismo), antes da conversão definitiva, do rei/monarca Khazar (e todo o seu povo) ao Judaísmo (Talmúdico).

Como já vimos, anteriormente, a maioria dos relatos históricos oficiais aceitos por eruditos dão crédito à Charles Martel e seus guerreiros Francos, “por terem salvado” a Europa, do Islã. [Mas] esta versão, favorável da história, aos europeus, seja por ignorância, ou feita propositadamente, não considera o fato de que, a defesa francesa, da Europa Ocidental teria sido inútil, se os khazares não tivessem parado a ofensiva muçulmana, pelo leste.


O resultado histórico, de tudo isto, é que, o reino Khazar podia, eventualmente,  criar e depor um imperador do trono de maior poder de decisão na terra, naquela época: o Império Romano/Bizantino. Isto, aparentemente, foi apenas o começo, embora os registros da antiguidade, até recentemente, em grande parte, perdem de vista (convenientemente) esta raça de judeus vermelhos - Khazares - historicamente obscuros, mas, imensamente influentes.

Depois do relato histórico, chegaremos a um ponto importante:

A CONVERSÃO DO REINO KHAZAR AO JUDAÍSMO 
“Uma nação de judeus turcos guerreira deve ter parecido aos rabinos ocidentais tão estranhos quanto um unicórnio circuncidado”.  “A. Koestler”.

Resumidamente: 

A conversão dos khazares, ao judaísmo, foi precipitada, pela aversão de seu monarca, do clima moral em que seu reino tinha descido... De acordo com George Vernadski, em seu livro: "A História da Rússia", em 860 dC, uma delegação de khazares foi enviada para Constantinopla... A mensagem do rei khazar foi: "Conhecemos Deus, o Senhor de tudo [referindo-se aqui, para a divindade pagã dos khazares, o Tengri], desde tempos imemoriais… E agora, os judeus estão incitando-nos à aceitar a sua religião e costumes, e os árabes, por sua vez, chamam-nos para a sua fé, prometendo-nos a paz e muitos presentes". 

Em todo caso, desde que os khazares solicitaram que, um erudito cristão fosse a Khazaria , para debate com os eruditos judeus e muçulmanos, e dado que, as pessoas mais hábeis, na arte de debate religioso, são os judeus rabínicos, a conversão do Khazar, para o judaísmo talmúdico, não é um resultado surpreendente...mas, (no texto que você vai ler) há duas versões para essa conversão, uma dos muçulmanos, e outra política, a qual Koestler  apresenta:...os motivos apresentados são muito interessantes, mas pouco importa quais os mecanismos foram utilizados, para a conversão do reino Khazar ao judaísmo. Importa apenas que, o fato aconteceu, com um histórico retinir de um sino, que reverbera, até os dias de hoje...  

Neste ponto, espero que você tenha capacidade para continuar a ler este imenso texto, que é fascinante. Você certamente concorda comigo, mas, aqui, eu chamo a sua atenção para um detalhe: ...É evidente que, os atuais judeus etíopes, discordem sobre o que apresentou o Sr. Bury e seu enunciado, sobre este assunto, uma vez que os etíopes não aderiram aos preceitos do Talmud, Mishnah, Midrash ou qualquer um dos textos extra bíblicos ...Esses judeus do norte da África reivindicam somente a Toráh, como a sua autoridade. E, ao contrário de seus distantes “irmãos” do Talmudeles, os etíopes praticam a sua religião, com calma e relativamente sem envolvimento na política mundialdiferentemente dos judeus herdeiros de Khazaria, que fundaram o estado moderno de Israel. 

Foi nesse período de tempo (cerca AD 740), que o rei Bulan da Khazaria foi convertido ao judaísmo. No debate entre os mullah islâmico, o sacerdote cristão e o rabino judeu, cada um apresentou ao rei as vantagens e as verdades de seus próprios preceitos da fé. Este rei, entretanto, de acordo com alguns relatos da história, tinha a sua própria lógica para determinar qual religião devia abraçar. Ele pediu que cada representante, por sua vez, falasse qual das outras duas fés ele considerava superior.  

O resultado foi que o muçulmano indicou o  judaísmo sobre o cristianismo, o padre cristão escolheu o judaísmo sobre o Islã. O rei então concluiu que o judaísmo, sendo o alicerce sobre o qual ambas as outras religiões monoteístas foram construídas, seria o que ele e seus súditos deveriam abraçar. Os Khazares, eles mesmos também sendo monoteístas, tinham, aparentemente, manifestado reservas sobre a natureza politeísta da doutrina da Trindade dos cristãos.  

Alguns argumentos sobre a tal conversão, diferem do exposto aqui. Segundo Koestler, por exemplo, a conversão do rei era essencialmente uma decisão política. “No início do século VIII”, escreve ele, “o mundo estava polarizado entre as duas superpotências que representavam o cristianismo e o islamismo. Suas doutrinas ideológicas foram moldadas com poder político, seguido pelos métodos clássicos de propaganda, subversão e conquista militar". Pode-se observar aqui que, o cristianismo moderno tem aprendido bem esta mesma forma da arte de governar (propaganda, subversão e conquista militar), na medida em que adotaram o mesmo comportamento diretamente, a partir do primeiro milênio da história da igreja. 
J. B. Bury concorda: “Não pode haver nenhuma dúvida”, diz ele, “que o governante era motivado por motivos políticos para a adoção do judaísmo. Abraçar o islamismo teria feito dele um dependente espiritual dos califas, que tentaram impor a sua fé aos khazares; e se tivesse optado pelo cristianismo haveria o perigo de ele se tornar um vassalo eclesiástico do Império Romano. O judaísmo era uma religião respeitável, com os livros sagrados que tanto cristãos quanto muçulmanos respeitavam, fato que, o elevou (judaísmo) acima dos bárbaros pagãos, e protegeu o rei kazar contra a interferência do Califa ou Imperador romano. ”

Seria ilógico, no entanto, pensar que, os governantes khazarianos tinham abraçado o judaísmo às cegas, sem conhecimento profundo do que eles estavam aceitando. Eles tinham encontrado a fé inúmeras vezes, ao longo do século anterior, através de comerciantes e de refugiados que fogiam da perseguição das mãos dos romanos, e, em menor grau, a partir da fuga de judeus das conquistas árabes muçulmanas da Ásia Menor. 

Outro fato importante diz que, os khazares também reivindicam o estatuto de uma Raça Escolhida, um povo eleito. De acordo com um documento antigo chamado de "Resposta do Rei Joséph para Ibn Hasdai Shaprut", Joseph (mais tarde rei dos khazarianos), corrobora isto. 

O rei Joseph afirma  no documento, ter rastreado, positivamente, a ascendência de sua família... e afirma não ser oriunda de Sem, o filho de Noé, o pai dos semitas “ou de povos semitas, mas, sim, para outro dos filhos de Noé". Apesar de um feroz nacionalista judeu, orgulhoso de empunhar o "cetro de Judá “, Koestler diz, "ele não pode, e não reclama, para eles, a origem semita, ele traça seus ancestrais…ao terceiro filho de Noé, Jafé, ou mais precisamente, para o neto de Jafé, à Togarma, o ancestral de todas as tribos turcas"

Qualquer que seja a máquina religiosa (e / ou sofismas religiosos), que foi posta em movimento, para realizar a tarefa, a consequência é historicamente inegável, que o rei khazar foi realmente convertido ao judaísmo talmúdico. "E as consequências temporais, que a conversão tem tocado ao longo da história, como um sino com som deformado e distorcido, respondem claramente às declarações proféticas dos últimos dias da história da Terra". Este entrincheiramento na religião judaica sobreviveu ao próprio reino dos khazares e foi transplantado, completamente, em assentamentos da Europa Oriental, da Rússia e da Polônia.

Sobre a Genealogia dos Khazares:

Segundo pensamento de Hadassah Yashurum, sobre a temática abordada:

Kagan, rei Khazar, relata que:


"...um rei chamado José (Joseph), mantinha correspondência com um israelita espanhol, chamado Hasdai Ibn Sharprut, que era ministro-chefe do califa de Córdoba, ABD-AL-RAHMAN III, em torno de 954 e 961 EC (estes manuscritos podem ser encontrados na biblioteca da Christ Church, em Oxford, na Inglaterra, e na biblioteca Pública de Leningrado-Rússia). Naquela época, Córdoba era o esplendor da Espanha Moura (misto de muçulmanos e israelitas negros), funcionando como principal centro cultural da Europa.  Em carta endereçada à Hasdai, o rei Joseph afirmou que ele era da linhagem de Jafé,  da semente de Togarma, neto de Jafé. Ele declarou ainda que, Togarma, que era irmão de Asquenaz, teve 10 filhos, e os Khazares representavam o sétimo filho. Eis aí, segundo o tal rei, a origem e linhagem dos filhos de Jafé (euro-gentios). 

Os filhos de Jafé são: Gomer, Magogue, Madai, Javã, Tubal, Meseque e Tiras.
E os filhos de Gomer são: Asquenaz, Rifate e Togarma.
E os filhos de Javã são: Elisá, Társis, Quitim e Dodanim.
Por estes foram repartidas as ilhas dos gentios, nas suas terras, cada qual segundo a sua língua, segundo as suas famílias, entre as suas nações.
 
Voltando ao blog anteriormente utilizado como fonte desta postagem,  sobre a SURGIR dos Judeus ASHKENAZIS.

...uma história, interessante, emerge, a partir deste período, do Império Khazar, que dá uma ideia clara, dos esquemas culturais emergentes, que viriam a ser espalhados, por todo o mundo, pelos seus descendentes, habitantes do moderno estado judeu:

Em 912, os vikings Rus, com uma armada de 500 navios, cada um ocupado por cerca de cem guerreiros, foram preparados, e invadiram e saquearam as terras muçulmanas, ao sul dos Khazares, com quem os khazares tinham uma aliança de proteção, devido aos milhares de fiéis muçulmanos, no exército do Kagan, o chefe Khazar. O comandante Rus enviou uma carta, ao Kagan, pedindo permissão para passar pelo seu território, ao qual, o rei Khazar permitiu, se em troca recebesse metade do espólio, após o seu regresso.

No regresso de sua missão sangrenta, os Vikings pagaram o tributo exigido pelo khazares; os muçulmanos leais ao monarca Khazar, que viviam na parte oriental do seu reino, solicitaram ao Kagan que fossem autorizados a combater os Vikings, em retaliação ao que tinham feito aos seus irmãos mais ao sul. O rei concedeu-lhes permissão, o que resultou na completa erradicação da força Viking/Rus – à exceção de cinco mil pessoas que, escaparam, e foram, posteriormente, mortos pelos Butas e búlgaros, ao norte.

Aqui é retratada uma perspectiva clássica, do que viria a se tornar o modus operandi, do povo Khazar, e sua herança judaica, em quase todas as suas relações: empresarial, social ou cultural (segundo o autor do livro): "um rei que se torna um aliado passivo de saqueadores, QUE DÁ licenças a um ataque punitivo, contra eles, pelos muçulmanos, sob o seu comando próprio, mas, em seguida, informando aos Vikings, da iminente represália que ele próprio tinha autorizado. 
Por fim, facções internas, do reino Khazar, foi o prólogo para a dispersão da raça dos judeus Khazares, em toda a Rússia e a Europa Oriental, e, eventualmente, como será mostrado, para a reformulação da história do mundo...
"Em geral, a redução do reino Khazar ocorreu lentamente”, diz S.W. Baron. “É mantida uma defesa, mais ou menos eficaz, contra todos os adversários invasores, até o meio do século XII, quando foi vítima da invasão mongol maciça, posta em movimento por Gengis Khan... Mesmo assim, teimosamente, resistiram até a rendição de todos os seus vizinhos, antes da sua própria... Mas, antes e depois da derrocada Mongol, os khazares enviaram muitos migrantes, para as terras eslavas, não subjugadas ainda, em última análise, ajudando a construir grandes centros judaicos da Europa Oriental...

...Aqui, então, observa Arthur Koestler“nós temos o berço numérica e culturalmente dominante, da maior parte do judaísmo moderno.” A nação hebraica antiga, tinha começado a ramificação para a Diáspora, muito antes da destruição de Jerusalém. Etnicamente comparando, as tribos semitas das águas do Jordão, e as tribos turco-Khazares, no rio Volga, estavam, naturalmente, a milhares de “milhas de distância”...

...Mas, ao mesmo tempo, sua religião exclusiva, promoveu uma tendência a manterem-se juntos, para estabelecer suas próprias comunidades, com os seus próprios lugares de culto, escolas, bairros residenciais e guetos (auto-imposto originalmente), em qualquer cidade ou país, que se estabelecessem. Esta rara combinação de sede por viagens, e a mentalidade do gueto, reforçada pela esperança messiânica, e de ser o auto proclamado povo eleito, o orgulho de raça eleita-escolhidatanto os verdadeiros e antigos israelitas, e os khazares medievais, compartilhavam, “ embora estes últimos, não sejam descendentes de Sem [Semitas], mas, descendem de seu irmão Jafé (um branco caucasiano ariano)“.


Esta “diáspora” mais recente resultou em uma forte, muitas vezes politicamente esmagadora, influência judaica Khazar, especialmente na Hungria e Polônia, mas, também, em toda a Europa Oriental. Os judeus foram encontrados em posições de poder e influência política, em praticamente todas as categorias de atividades da vida de uma comunidade, empresas e sociedade. “Poderia ter existido uma pequena população que Koestler chama de “verdadeiros judeus” que viviam nessa região, antes da chegada dos judeus khazares askhenazis “, mas, não dúvidas de que a maioria dos judeus modernos tem sua origem nas ondas migratórias de judeus khazares, que cedo desempenham um papel dominante na história Húngara e polonesa".

A migração Khazar foi uma “massa global de migração”, de sua terra natal, para a Europa Central e Oriental...Eles eram empregados como professores, administradores da receita real, controladores do monopólio do sal [no tempo em que o sal era uma mercadoria valiosa, muitas vezes usada no lugar de dinheiro. Daí a dizer "vale o seu sal “.], coletores de impostos’, emprestadores de dinheiro, ‘ou seja, os banqueiros'...

...
Em praticamente qualquer sociedade, e em qualquer cultura, em que se encontravam, eles se tornavam os possuidores de controle e influência, sobre grande parte do que era riqueza da nação. No livro: "Na Idade das Trevas”, Cecil Roth escreveu, na edição de 1973, que: “o comércio da Europa Ocidental estava, em grande parte, nas mãos de judeus, não excluindo o comércio de escravos; e as palavras judeu e comerciante são usadas como termos, praticamente, intercambiáveis, em várias línguas”. [“Dê-me o controle do dinheiro, de uma Nação, e pouco me importa quem faça suas leis.”] Mayer Amschel Bauer (ROTHSCHILD)...

...Era evidente que, a classe dominante, periodicamente, se intimidava com o fato da massa de riqueza do seu país estar acumulada nas mãos de uma minoria tão pequena – e uma minoria muito unida. Isso, logicamente, dava a qualquer autoridade motivo de preocupação – [imagine] um determinado grupo, virtualmente, controlar a economia da nação, e, ao mesmo tempo, parecendo ter uma lealdade tênue, para o país em que residem, onde controlam a riqueza.... Tal curso dos acontecimentos, evidentemente, levou à criação de um plano de estereótipos, para os judeus, e às comunidades judaicas, que foi expresso em várias culturas, há muitos séculos...

“O núcleo do judaísmo moderno”, comenta Koestler, “assim, seguiu a velha receita: avance em busca de novos horizontes, mas, fiquem juntos.” Isso, como já mencionado, foi o método dos judeus semitas, da Europa Ocidental, mas, a semelhança entre eles e os judeus khazares é impressionante, especialmente em sua aptidão ímpar, para as coisas econômicas e políticas. Essa massa de dados históricos, “levou muitos historiadores a fazer a conjectura de que, uma parte substancial, e, talvez, a maioria dos judeus europeus orientais – e, portanto, dos judeus de todo o mundo – pode ser de Khazarese não ser de origem semita”...

As amplas implicações dessa hipótese podem explicar a grande cautela exercida pelos historiadores, para abordar este assunto – se não evitá-lo completamente.

...Alguns historiadores, como o austríaco Hugo Kutschera, afirmam que, os judeus da Europa Oriental não eram uma parte, mas, sim, totalmente de origem Khazar...


...Ainda há mais uma prova, de que os judeus da Europa Oriental não tiveram origem no Ocidente: é o iídiche, a língua comumente usada pelos judeus europeus do Leste. O Iídiche era, até a última parte do século XX, uma linguagem em processo de extinção. É uma amálgama de várias línguas, principalmente hebraico, e escrito com caracteres hebraicos, mas, que inclui muito do alemão medieval, e componentes de outras linguagens, como o eslavo. Os elementos incorporados no iídiche alemão tem sido, claramente, demonstrado que, originaram-se no leste da Alemanha, onde se juntou às regiões eslavas, da Europa Oriental...O Dialeto poderia naturalmente, se tornar um marco cultural, para qualquer região, em que foi falado, pois absorveu os indicadores reveladores de dialeto, como uma tatuagem...

...Com a evidência de que a população judaica moderna é de origem Khazar, observa Koestler, vemos que, “os seus antepassados não vieram da Jordânia, mas, a partir do Rio Volga, e não de Canaã, mas, do Cáucaso, uma vez que acredita-se ser o berço da raça ariana, e que geneticamente, estão mais estreitamente relacionados com os hunos, Uigures e tribos magiares, do que com a descendência de Abraão, Isaac e Jacó “. “Esta conclusão então, logicamente, torna o epíteto de “anti-semitismo” vazio de sentido “, diz Koestler.
...A última conclusão é uma posição dos árabes palestinos, e poderia muito bem, disputar com Mr. Koestler, devido ao fato de que, esta revelação coloca, ironicamente, o judeu moderno, atualmente ocupando a Palestina, em posição nada invejável de, eles próprios serem antissemitas – uma ironia histórica, de proporções um pouco surpreendentes...

Feita esta brilhante exposição (muito cansativa para quem lê), fechamos com duas frases perfeitas, que nos impulsionam a um melhor entendimento sobre o povo israelita:

“Por causa da longa e variada história dos judeus”, diz a edição de 2001 do World Book Encyclopedia, “é difícil definir um judeu. Não existe tal coisa como uma raça judaica. Identidade judaica é uma mistura de motivos religiosos, históricos e étnicos". Assim, aqueles que possam ser alegada e realmente da genealogia de Abraão e de origem semita verdadeira se extinguiram como uma raça perceptível, sendo substituídos pelos khazares arianos, brancos não semitas da Transcaucásia, sendo que, nenhum dos seus antepassados, como afirma o judeu, Benjamin Freedman, já colocou um pé na terra da Palestina.

Sobre o povo israelita, e o seu “retorno à sua terra natal“, nasce a seguinte pergunta: Como pode haver um retorno, para um lugar onde nunca se esteve, e que nunca lhe pertenceu?

  Recomendações de leitura:






Tudo que está nesta postagem, advém do site: www.thoth3126.com.br, e

Consulte também, o blog de Hadassah Yashurum:

https://hebreuisraelita.wordpress.com/2012/06/09/edomitas-amalequitas-e-khazares/


Neste último, você encontra também, o seguinte assunto: 


Edomitas, Amalequitas e Khazares


Resumo:

Parte do povo judeu, que vive em  ISRAEL, ATUALMENTE,  são os SEFARDITAS ou JUDEUS ORIENTAIS (EDOMITAS).  Eles têm estado na terra de ISRAEL, por mais de 1.900 ANOS, desde o século I DC. Eles são nativos do “ORIENTE MÉDIO”. Estes são os VERDADEIROS EDOMITAS, (descendestes de ESAÚ/ EDOM, irmão gêmeo de JACÓ). Eles têm vivido LADO A LADO com a população ÁRABE, por muitos séculos. OS JUDEUS ORIENTAIS são - realmente - descendentes de SEM filho de Noé. Eles compreendem menos de 20% da população ISRAELENSE.

E os SEPHARDIM (sefarditas) entraram na terra de ISRAEL, no primeiro século DC, juntamente com os ROMANOS, quando ISRAEL estava sendo expulso da terra, como ESTÁ ESCRITO no livro do PROFETA OBADIYAH. Quando EDOM se juntou aos ROMANOS para expulsar os HEBREUS, no século I. E, segundo Hadassah, o HOLOCAUSTO foi provocado pelos AMALEQUITAS. Você pode ter acesso a esse artigo na íntegra em : 


https://hebreuisraelita.wordpress.com/2012/06/09/edomitas-amalequitas-e-khazares/

Fontes:

Sobre: arqueologia e teologia. Gogue e Magogue e o mundo atual. Disponível em: http://iadrn.blogspot.com.br/2013/01/gogue-e-magogue-e-o-mundo-atual.html. Acesso em 26 jul.2015.

GOG, MAGOG AND THE KINGDOM OF THE KHAZARS. Disponível em:

Thoth3126. O Reino dos Khazares. Disponível em: http://thoth3126.com.br/o-reino-dos-khazares/. Acesso em 26 jul.2015.

Thoth3126. O Reino dos Khazares, parte II final. Disponível em: http://thoth3126.com.br/o-reino-dos-khazares-parte-ii-final/. Acesso em 26 jul.2015.

Wikipédia, a enciclopédia livre. Asquenazes. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Asquenazes. Acesso em 26 jul.2015.

Wikipédia, a enciclopédia livre. Sefardita. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sefardita. Acesso em 26 jul.2015.

Hadassah Yashurum. Edomitas e Khazares. Disponível em: http://yahshurun.blogspot.com.br/2012/06/edomitas-e-khazares.html. Acesso em 26 jul.2015.
 
Seja qual for a verdade, ela virá à tona.
Que assim seja!
Shalom!

6 comentários:

  1. Interessante ,pois,o único povo que ainda sofre preconceito,perseguição,não tem direito ao desenvolvimento econômico,cultural e ninguém se preocupa quando sofre mortalidade e outras atrocidades á mais,que não é citado na perseguição nazista de Hitler,sem direito a exatidão de sua origem,se tornou cativo e se espalhou pelo mundo,conforme informes das escrituras sagradas,realmente é o negro!Imagine divulgar que Jesus era negro,que o verdadeiro israelita é negro??Até mesmo os negros que são seguidores das igrejas na cultura religiosa judaico-cristã,irão ficar pasmos e irão com certeza discordar de tal observação,pois,são cativos de suas próprias indagações.

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    1. Não tire conclusões apressadas sobre a questão negra e o nazismo! pois você acabou de agora mesmo ler um texto que menciona, dissimulação, articulação, distorção e principalmente PROPAGANDA por parte de um ''povo'' que tem como uma das principais características o FANATISMO DOUTRINADO! veja isto http://verdade1945.blogspot.com.br/2007/12/voluntrios-na-wehrmacht-e-waffen-ss.html

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  2. ...POR ISSO QUE O PRECONCEITO AO NEGRO É CULTURAL EM TODO O MUNDO...ATÉ MESMO NO CONCEITO DO PRÓPRIO CIDADÃO DE COR NEGRA,ONDE,EXISTEM ALGUMAS CITAÇÕES PRECONCEITUOSAS COMO:GATO PRETO DÁ AZAR,A SITUAÇÃO TÁ PRETA,NEGRO É RELACIONADO AS TREVAS...GRAÇAS A DEUS QUE ESTAMOS ABRINDO OS NOSSOS CORAÇÕES E O PRECONCEITO A COR NEGRA SERÁ TIDO COMO VERGONHA E TAMBÉM PROFANO.PARABÉNS PELO SITE.

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  3. Texto altamente informante! encontrei seu blog agora, agora, agora. E gostei muito, muito, muito, desse texto que possui mais detalhes que outros que tratam do assunto e que tinha lido antes! pois pesquiso e muito sobre toda a questão que o envolve. Vou guardá-lo como arquivo e já adicionei seu blog como meus favoritos! parabéns! e continue com o trabalho, muitos críticos dirão que são informações não confiáveis por ser de blog de internet, mas só não vê quem não quer as citações dos pesquisadores em todo corpo do texto, principalmente Koestler, cujo o livro irei comprar original! mais uma vez obrigado e parabéns!

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  4. Além da história holocausto de judeus ser falsa, quando escrevem que os alemães mataram negros, homossexuais, TJs, prostitutas...Não encontro nada que prove essa falácia. Creio que é só um "oba-oba" na costumeira "lixeira do mundo" - Hitler

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